Ocorreu no dia 20 de janeiro, no auditório do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna, a solenidade de entrega dos certificados da Brigada de Incêndio. Durante a cerimônia estiveram presentes os profissionais que participaram do curso, os Sargentos Ferreira e Rebouças do 4° Grupamento do Corpo de Bombeiros, membros do Serviço Especializado em Engenharia e Medicina do Trabalho – SESMT e o Diretor Geral do Hospital, Hebert Moreschi.
Em cada discurso, foi destacada a importância dos conhecimentos repassados, tanto para a utilização dentro do Hospital, quanto no dia-a-dia da vida em comunidade.
O Curso de Brigadista foi dividido em duas etapas: teórica, realizada nas dependências do Hospital, e a prática, no quartel do Corpo de Bombeiros. A equipe do Hospital Regional aprendeu noções de combate a incêndio, primeiros socorros e atendimento a vítimas politraumatizadas.
O Diretor Geral ressaltou a importância desse treinamento: “A melhor forma de evitarmos riscos à saúde e a vida de nossos profissionais e pacientes, como também de danos ao patrimônio público, é a prevenção. Mas, quando os imprevistos acontecem é necessário que nossa equipe esteja preparada e tome ações fundamentais para que os riscos e prováveis danos sejam extintos ou minimizados até a chegada do Corpo de Bombeiros. Dessa forma, agregamos qualidade e segurança à assistência médico-hospitalar do Hospital Regional de Santarém”, afirma Hebert.
Para a formação completa da primeira Brigada de Incêndio do HRBA, mais uma turma de profissionais deve passar pelo mesmo treinamento, com previsão de realização no mês fevereiro.
Serviço do gigante das buscas é gratuito e popularização tem ocorrido por meio de parcerias
O Google Health pretende permitir que os usuários "se envolvam mais com seus cuidados médicos", disse Roni Zeiger, gerente do produto Google Health. "A medicina continua sendo muito complicada. Os médicos têm pouco tempo para dar atenção aos pacientes nas salas de exame, e cada um de nós, como pacientes, fica com mais responsabilidade ao precisar se cuidar."
O Google tem sido o grande líder em e-health simplesmente porque as buscas sobre assuntos relacionados à saúde sempre foram populares. Quando as pessoas estão doentes - ou acham que estão -, uma das primeiras coisas que elas fazem é buscar informação online.
"O que eu sempre escuto dos meus amigos médicos é que, cada vez mais, as pessoas chegam às consultas com uma pilha imensa de perguntas sobre informações que encontraram online", contou Zeiger, que também é médico em exercício. "Às vezes, as perguntas vêm de boas informações, às vezes, nem tanto. Parte da nossa missão é diminuir essa pilha de vinte páginas de perguntas para uma página de questões bem fundadas".
Isso é bom para o paciente e também melhora a qualidade do atendimento médico. Às vezes, os pacientes encontram tratamentos nessas pesquisas e seus médicos nem sequer ficam sabendo.
O Google Health, lançado ano passado, oferece uma interface na qual os usuários podem inserir as informações. Eles também podem dar permissão para que o Google Health acesse os dados mantidos por vários provedores de serviços de saúde. Por exemplo, mais de 100 mil pessoas, nos EUA, podem dar ao Google Health acesso às copias eletrônicas de seus históricos de remédios prescritos adquiridos em farmácias ou em postos de benefícios farmacêuticos. "O Google Health ajuda a organizar as informações médicas em um ambiente seguro", relatou Zieger.
Parceria
O Google se uniu a outras empresas que também podem usar o Registro Pessoal de Saúde (RPS) para oferecer serviços e informações personalizadas. Associação Americana do Coração, por exemplo, com permissão do paciente, analisa exames de sangue importados dos sistemas de outro parceiro, o Quest Diagnostics, para medir o nível de colesterol e a pressão sanguínea e relacionar esses resultados a outros dados médicos, como, por exemplo, se o paciente sofre ou não de diabetes. Eles podem unir essas informações para determinar os riscos de um ataque cardíaco e dizer o que pode ser feito para diminuir as possibilidades.
A DMLiveCare, que oferece vídeo-consulta, é outro exemplo. Em parceria com o Google Health, ela permite que os pacientes importem todo seu histórico médico do Google Health por meio de um único clique no site da MDLiveCare. Dessa forma, os médicos têm acesso às informações mais importantes sobre as condições de saúde dos pacientes durante as vídeoconsultas.
A Clínica Cleveland, um centro médico acadêmico sem fins lucrativos, permite que os pacientes exportem seus registros para o sistema do Google Health. O Centro Médico Beth Israel Deaconess, um dos hospitais universitários de Harvard, uniu seu portal online PatientSite ao Google Health. Outros parceiros também permitem que o Google importe informações médicas, com a permissão dos pacientes, incluindo Allscripts e Blue Cross Blue Shield of Massachusetts.
O Google Health é gratuito para usuários e parceiros. A empresa espera que quanto mais as pessoas usem os serviços do Google Health, mais buscas elas façam, o que aumenta a renda da empresa.
Presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia, Roberto Fonseca comenta a preocupação com a deteriorização das condições de atendimento
Os cancerologistas brasileiros estão cada vez mais preocupados com a deterioração progressiva das condições do atendimento ao paciente oncológico no Sistema Único de Saúde (SUS). E não é para menos: até o final deste ano, estima-se que no Brasil ocorrerão cerca de 466 mil novos casos de câncer, com uma mortalidade de cerca de 160 mil pacientes.
O tratamento de câncer no Brasil, no que se refere ao SUS, deixa enormes lacunas nas opções à disposição dos cancerologistas, impossibilitados de utilizar tecnologias e drogas já incorporadas à prática médica há muito tempo.
Cerca de 80% dos casos de câncer no Brasil são tratados no âmbito do SUS, tornando imprescindível a adoção de novos medicamentos e tecnologias, bem como a atualização da tabela de procedimentos oncológicos, nas quais ocorreram apenas alterações pontuais nos últimos 11 anos, com a transferência de parte dos custos para os prestadores de serviço.
Exemplo do equívoco de tais políticas foi a forma como se incorporou a droga imatinibe à tabela de procedimentos da oncologia no SUS em 2001. Na época, o governo promoveu a isenção de impostos para o medicamento para que o preço ficasse compatível com o valor pago pela Autorização de Procedimentos Ambulatoriais de Alto Custo (Apac). Ainda assim, o procedimento era deficitário para os prestadores de serviço, pois o valor pago cobria apenas o preço do medicamento, o que era insuficiente para arcar com seus custos operacionais.
O número de pacientes que usam imatinibe vem se avolumando, o que o torna extremamente oneroso para o sistema, a tal ponto que, em 2007, o gasto do ministério com essa medicação totalizou R$ 203 milhões, ou seja, 19,8% de todo o gasto do SUS com quimioterapia, embora o número desses pacientes representasse menos de 2% do número total em tratamento oncológico.
É necessária, ainda, a revisão do orçamento ministerial destinado aos procedimentos da oncologia clínica, assim como a melhoria no acesso e na cobertura do atendimento cirúrgico oncológico e de radioterapia.
Desde 2004, soluções técnicas bem embasadas vêm sendo discutidas pelas sociedades de especialidades, em conjunto com o órgão normatizador da política de atenção oncológica do Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Essas propostas já foram aprovadas no Conselho Consultivo do Inca, mas não houve sua implantação efetiva pelo ministério, ocorrendo um atraso de mais de 10 anos na inclusão de procedimentos sabidamente curativos, que teriam salvado a vida de milhares de pacientes, a despeito de sucessivos alertas feitos às autoridades de saúde.
Os cancerologistas defendem a justiça e a equanimidade no tratamento clínico do câncer e pedem ao Ministério da Saúde que examine, com prioridade, a inclusão de novas tecnologias e de novos medicamentos oncológicos, tendo como objetivo final o respeito ao paciente de oncologia atendido pelo SUS.
*Roberto Porto Fonseca, diretor da Oncomed e presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia
Na manhã desta terça-feira (19), o novo Diretor Geral do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna, Hebert Moreschi, realizou visitas à Prefeita Municipal de Santarém, Maria do Carmo Martins Lima, e aos vereadores da Câmara Municipal.
No encontro com a Prefeita Maria do Carmo, Hebert expôs os planos e objetivos para o Hospital Regional em 2010. Na oportunidade, Maria do Carmo aproveitou para enfatizar a parceria entre município e Hospital Regional. Fez observações sobre a importância do Hospital Regional para a região e colocou à disposição a Secretaria Municipal de Saúde para futuras ações em conjunto.
A Prefeita destacou que a visita de Hebert mostra que a Direção Geral do Hospital Regional está com uma nova atitude, disposição e pronta para enfrentar os desafios da Gestão de Saúde Pública em conjunto com os municípios da Região. Para o novo Diretor, Maria do Carmo será uma grande aliada de sua gestão à frente do HRBA. “A Prefeita está de parabéns pelo conhecimento em Saúde Pública que demonstrou. Seus comentários e sugestões mostraram que é sabedora da nossa realidade e desafios, e serão muito úteis para o fortalecimento da parceria entre o Hospital Regional e a Prefeitura de Santarém ”, afirmou Hebert.
Após a visita a prefeita, Hebert reuniu-se com o Presidente da Câmara de Vereadores, José Maria Tapajós, e outros cinco parlamentares. Além do presidente estiveram presentes os vereadores Carlos Jaime, Valdir Matias Jr., Gerlande Castro, Hederson Pinto e Nélio Aguiar.
José Maria Tapajós fez a abertura da reunião informando a grande satisfação, em nome de todos os vereadores, por estarem recebendo o novo Diretor Geral do Hospital Regional. Carlos Jaime resumiu a visita de Hebert como um ato de interação e de grande respeito por parte do Diretor aos parlamentares santarenos. Relacionamento com a Comunidade foi o destaque que Gerlande Castro fez para Hebert. Em suas palavras, Gerlande observou a dificuldade que muitos usuários, principalmente os que residem no interior, enfrentam para acessar os serviços oferecidos pelo Hospital Regional. Já o vereador Henderson Pinto enfatizou que essa visita dá início a uma nova relação dos Vereadores e População com a Direção do Hospital Regional, e deseja muito sucesso a Hebert.
Os vereadores Valdir Matias e Nélio Aguiar elogiaram o modelo de gestão que o Hospital Regional possui hoje através da Pró-Saúde. Matias aproveitou a oportunidade para pedir ao novo diretor que o foco do Hospital Regional seja realmente para a alta e média complexidade, cumprindo com seu planejamento inicial.
Os vereadores também comentaram sobre algumas reclamações que vem recebendo da população sobre dificuldades de acesso ao atendimento do Hospital Regional através da Central de Regulação. Hebert esclareceu que essa questão já está sendo resolvida através da parceira entre o HRBA, SESPA e Regulação Municipal. Como medida imediata para sanar o problema, a SESPA e Regulação Municipal estarão disponibilizando profissionais para atuarem dentro do Hospital Regional, com o objetivo de facilitar o acesso do usuário aos agendamentos ambulatoriais de exames e consultas, como também, para melhorar e dar mais rapidez aos agendamentos cirúrgicos. Os efeitos dessa medida serão imediatos e em breve o acesso ao atendimento do Hospital será facilitado.
Além destas, outras solicitações e observações foram feitas pelos vereadores e esclarecidas por Hebert. O novo Diretor Geral do HRBA fez a sua apresentação profissional, como também falou do histórico da Pró-Saúde e das várias parcerias de sucesso da Entidade na Gestão de Serviços de Saúde. Expôs os planos para a implantação dos novos serviços de Alta Complexidade e a perspectiva que em 2010 o HRBA atinja o seu pleno funcionamento.
Um dos pontos principais destacados foi a maior comunicação entre o Hospital Regional e a Comunidade. “Nosso modelo de gestão está baseado no profissionalismo, segurança e qualidade da assistência. Mas, para que isso aconteça um relacionamento aberto e fortalecido com a Comunidade e seus representantes é fundamental!”, afirmou Hebert aos Vereadores. O Vereador Nélio Aguiar afirmou que já observou melhorias no processo de comunicação do Hospital Regional através de emails, informativos e do Blog do HRBA.
O encontro foi muito positivo na visão de todos. O Presidente da Câmara e Vereadores se colocaram à disposição de Hebert para darem a sua contribuição ao fortalecimento do Hospital Regional. No encerramento o Vereador Carlos Jaime sugeriu uma visita ao HRBA com a presença de todos os Vereadores, que será agendada em breve.
Texto determina que o SUS deverá fundamentar, em demonstrativo econômico e financeiro, o ato que corrigir os valores da tabela
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6149/09, do deputado Fernando Coruja (PPS-SC), que obriga a direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) a assegurar a correção anual da tabela de serviços médicos executados pela iniciativa privada por meio de convênios ou contratos.
O texto determina que o SUS deverá fundamentar, em demonstrativo econômico e financeiro, o ato que corrigir os valores da tabela. A remuneração e os reajustes anuais devem ainda garantir a qualidade dos serviços contratados.
A proposta altera a Lei 8.080/90, que regulamentou o SUS. Ela estabelece que a remuneração da tabela e o valor da correção serão pactuados pelos integrantes da comissão intergestores tripartite, levando em consideração os preços do setor de saúde praticados nos 12 meses anteriores. As despesas com a tabela deverão constar na lei orçamentária.
Formada por representantes dos estados, municípios e da União, a comissão é o foro que define as diretrizes, estratégias, programas e alocação de recursos do SUS.
Padrão de reajuste
O deputado Fernando Coruja explica que o projeto tem como objetivo atualizar a tabela do SUS e fixar um padrão de reajuste. Atualmente, segundo ele, a política de reajustes tem sido feita de modo pontual, o que faz com que o preço pago para alguns procedimentos esteja defasado, prejudicando a rede conveniada.
"O resultado mais evidente da defasagem é a situação de colapso financeiro das Santas Casas de Misericórdia e hospitais e entidades filantrópicas, que respondem por cerca de 40% do atendimento pelo SUS", disse Coruja.
A Lei 8.080/90 autoriza o SUS a usar a rede privada para complementar o atendimento à população. Nesse caso, a preferência é dada aos hospitais de entidades filantrópicas e sem fins lucrativos.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Na última quarta-feira (13), diretores, assessores e coordenadores das diversas áreas do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna, participaram de uma reunião para apresentação do novo Diretor Geral do HRBA.
Hebert Moreschi tem 35 anos e é natural de Nova Venécia – ES. Possui formação em Administração Hospitalar pelo Centro Universitário São Camilo e Pós-Graduado em Gestão Empresarial. Desde 1995 atua em Assessoria e Gestão Hospitalar, tendo trabalhado em diversos estados brasileiros. Ao longo da carreira teve reconhecimentos importantes, como sendo um dos ganhadores do Prêmio Johnson & Johnson de Administração Hospitalar em 2004.
Na região norte do país, Hebert atuou em Porto Trombetas onde obteve reconhecimento nacional e internacional pelo desenvolvimento de um Projeto de Prevenção e Combate à Malária.
Seu último projeto foi em Angola, onde atuou como Diretor Geral na estruturação e implantação de um grande serviço hospitalar de alta complexidade naquele país africano.
Na sua apresentação para a equipe, Hebert enfatizou a importância e o impacto social do Hospital Regional para toda a Região do Baixo Amazonas. Também valorizou a atuação e o comprometimento de cada profissional para que o HRBA consiga melhorar os seus serviços e resultados a cada dia.
Para 2010, Hebert Moreschi prevê muito trabalho e sucesso para o Hospital Regional. Um dos primeiros objetivos a serem alcançados é a Acreditação Hospitalar, uma certificação de qualidade em serviços de saúde, que deve ter sua avaliação marcada para os próximos meses. O processo é complexo e depende totalmente do esforço de cada colaborador. Todos os itens exigidos pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) estão sendo cuidadosamente trabalhados pela equipe do HRBA que tem se empenhado a cada dia para agregar mais qualidade e segurança a assistência de toda a comunidade do Baixo Amazonas. Nos próximos dias o novo diretor terá diversos compromissos, realizando visitas à Prefeita Municipal de Santarém, Maria do Carmo Martins e ao Presidente da Câmara de Vereadores, José Maria Tapajós. Hebert também está programando uma reunião com a Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores, Conselho Municipal de Saúde e outras autoridades dos Municípios da Região. Uma programação especial está sendo agendada com o novo diretor e a imprensa local e regional nas próximas semanas.
“Fortalecer a relação do Hospital Regional de Santarém com a Comunidade dos Municípios da Região, tornar a sua atuação cada vez mais abrangente e estabelecer um processo de melhoria contínua de seus serviços focada na assistência humanizada, com qualidade e segurança para a preservação da vida, esses serão os princípios básicos do nosso trabalho na Gestão do HRBA”, afirma Hebert Moreschi.
A equipe de profissionais composta por Biomédicos, Bioquímicos e Técnicos que trabalham no Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr Waldemar Pena participaram do Seminário de Atualização de Conhecimentos sobre a Utilização do Equipamento de Gasometria.
O investimento em treinamento dos profissionais veio complementar a implantação do novo Gasômetro do laboratório. O aparelho é de grande porte, de última geração e único na região. O novo equipamento é capaz de realizar simultaneamente análises de gases sanguíneos e eletrólitos que são fundamentais para suporte médico no tratamento de pacientes internados, principalmente os de maior gravidade nas Unidades de Tratamento Intensivo e Centro Cirúrgico. Foi adquirido e instalado pela Global Lab Medicina Diagnóstica, empresa parceria da Pró-Saúde e responsável pela gestão do Laboratório de Análises Clínicas do HRBA.
Para garantir o seu pleno funcionamento, foi definido um rigoroso cronograma de manutenções preventivas. Nessa semana o Hospital Regional recebeu a Engenheira Antonieta Feio, que além de realizar a assistência técnica do Gasômetro, também ministrou o treinamento para a equipe técnica do laboratório.
Com os investimentos em tecnologia e formação de profissionais a parceira entre Pró-Saúde e Global Lab garantem a confiabilidade dos resultados nos exames laboratoriais, e por consequência, qualidade e segurança na assistência a toda a população do Baixo Amazonas.
A partir de agora os hospitais deverão disponibilizar água tratada no preparo do dialisato (banho de hemodiálise). Essa é umas novas técnicas para procedimentos dialíticos anunciada pela Anvisa. O objetivo da agência é orientar a execução de procedimentos pelos serviços móveis de diálise, também chamados "diálises de leito hospitalar ".
Segundo a Anvisa, esses serviços ainda não possuem regra específica e, por suas peculiaridades, não se encaixam na RDC 154/04, que regulamenta os serviços tradicionais de diálise.
As técnicas foram publicadas em um nota que, entre outros fatores, destaca a necessidade de acompanhamento integral do procedimento por uma equipe composta de médico, enfermeiro e técnico em enfermagem. Além disso, a Anvisa alerta sobre a proibição do reuso de agulhas, linhas, isoladores de pressão e demais materiais descartáveis, além de estabelecer as medidas de prevenção e controle de infecção.
Veja a nota na íntegra divulgado no portal da Anvisa.
NOTA TÉCNICA Nº 006/2009-GGTES/ANVISA
Objetivo:
Estabelecer parâmetros para execução de procedimentos dialíticos em ambiente hospitalar fora dos serviços de diálise abrangidos pela RDC/Anvisa n. 154, de 15 de junho de 2004.
Abrangência:
Serviços de hemodiálise móveis destinados ao atendimento em ambiente intra-hospitalar por curto período, limitados à recuperação de função renal ou alta hospitalar e imediata transferência para programa de assistência crônica em Serviço de Diálise alcançável pela RDC/Anvisa n. 154, de 15 de junho de 2004 (versão republicada em 31/05/2006).
Não aplicável ao tratamento dialítico domiciliar em qualquer uma de suas modalidades.
Pertinência:
Considerando:
1. a necessidade premente de atender a várias demandas, entre as quais as dos órgãos estaduais e municipais de Vigilância Sanitária referentes aos parâmetros operacionais para serviços móveis de tratamento dialítico;
2. a introdução na prática assistencial de diferentes técnicas dialíticas e o hiato regulatório sobre as mesmas;
3. a necessidade de atendimento às recomendações de práticas aceitáveis para tratamento dialítico;
4. o aumento da incidência e prevalência da insuficiência renal aguda bem como a expansão de oferta de hemodiálise móvel;
5. a necessidade de minimizar os riscos inerentes ao tratamento de pacientes graves bem como aqueles associados à peculiaridade logística para disponibilizar o suporte nefrológico à beira do leito, evitando o transporte e remoção do paciente.
A Gerência Geral de Tecnologia Serviços de Saúde – GGTES/Anvisa – adota as seguintes
recomendações:
1. O hospital deve disponibilizar água tratada em conformidade com os parâmetros estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 518 de 25 de março de 2004;
2. A água utilizada no preparo do dialisato (banho de hemodiálise) deve receber tratamento por sistema de osmose reversa;
3. Caso o sistema de osmose reversa seja portátil, o equipamento deve ter registro na Anvisa;
4. O procedimento hemodialítico deve ser supervisionado integralmente por um médico e um enfermeiro e acompanhado por um técnico de enfermagem exclusivo para a execução do mesmo;
5. Métodos alternativos à hemodiálise convencional, como os métodos híbridos e contínuos, devem ser realizados em Unidades de Terapia Intensiva ou semi-intensiva, sob supervisão de um nefrologista, tendo, como habilitação mínima, registro do título de especialista no Conselho Federal de Medicina;
6. Não se admite reuso de agulhas, dialisadores, linhas, isoladores de pressão e demais materiais descartáveis bem como sobras de medicamentos, concentrado polieletrolítico (CPHD) e dialisato;
7. As medidas de prevenção e controle de infecção relacionadas ao procedimento hemodialítico devem estar previamente aprovadas pela CCIH do hospital;
8. O registro de todo o procedimento desde a indicação até a alta do mesmo deve abranger tanto o prontuário de internação quanto as anotações específicas do serviço de hemodiálise incluindo equipamentos e produtos;
9. O transporte e manutenção das máquinas e equipamentos devem atender às exigências e recomendações dos respectivos fabricantes;
10. Esta Nota Técnica tem validade limitada à publicação de RDC da Anvisa que contemple o tema.
O Governo do Estado do Pará, através da Secretaria de Estado de Integração Regional (SIER) – Assessoria de Integração Territorial do Baixo Amazonas, convidou a Direção Geral do Hospital Regional de Santarém para participar de um Seminário na tarde desta quarta-feira (13), no auditório do Banco da Amazônia, para junto a outras entidades estaduais apresentarem as principais ações desenvolvidas, as conquistas e melhorias implementadas no biênio 2008/2009. Além disso, montarem um Plano de Ação com as prioridades para o ano de 2010.
Participaram autoridades do Estado e do Município como a Secretária de Estado de Pesca e Aquicultura, Socorro Pena, a prefeita Maria do Carmo Martins e a representante do SIER em Santarém, Odete Costa.
O Diretor Geral do Hospital Regional, Sr. Hebert Moreschi, apresentou a evolução no número de atendimentos realizados. Em 2008, o total de atendimentos, incluindo exames, consultas, internações, cirurgias e procedimentos, esteve próximo aos 160.000 e em 2009 quase ultrapassou a marca de 400.000. Hebert também ressaltou a importância que o Hospital Regional de Santarém tem para toda a região, evitando que os pacientes tivessem que se deslocar para Belém e contribuindo de forma significativa para a melhoria na qualidade vida da população de todos os municípios assistidos.
Para 2010 a prioridade é colocar em funcionamento os demais serviços de Alta Complexidade que são: Radioterapia, Cirurgia Cardíaca e Obstetrícia de Alto Risco. A indicação das prioridades do HRBA teve o apoio da 9ª Regional da Secretaria de Estado de Saúde Pública – SESPA.
Dessa forma o Hospital Regional estará com toda a sua capacidade instalada em funcionamento, ampliando a sua contribuição para toda a população do Baixo Amazonas.
Inscrições estarão abertas a partir do próximo dia 18 até 12 de fevereiro. Cerca de 25 faculdades vão participar do projeto-piloto.
O projeto-piloto de revalidação dos certificados de medicina adquiridos no exterior terá início ainda no primeiro semestre deste ano. Os candidatos nesta situação poderão se inscrever entre os dias 18 de janeiro até 12 de fevereiro nas faculdades* inscritas no programa.
O objetivo do projeto é garantir uma avaliação mais justa e efetiva dos candidatos, já que o método atual exigia que o profissional enfrentasse distintos procedimentos de análise de documentos ou avaliação. As novas regras podem ser encontradas no site do Ministério da Saúde.
*Lista das universidades para inscrição:
1. Universidade Estadual do Amazonas (UEA)
2. Universidade Federal do Acre (UFAC)
3. Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
4. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
5. Universidade Federal do Ceará (UFC)
6 Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
7. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
8. Universidade Federal de Goiás (UFG)
9. Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD)
10. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
11. Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
12. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
13. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
14. Universidade Federal do Piauí (UFPI)
15. Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
16. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
A Assessoria de Comunicação (ASCOM) do HRBA volta a partir de hoje às atividades normais de divulgação das ações do Hospital. E trás como novidades para 2010 a publicação de notícias nacionais da área da saúde.
Garantir a segurança dos pacientes assistidos e dos profissionais que atuam na entidade. Com esta preocupação e finalidade o Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna, o 4º Grupamento de Bombeiros Militar do Pará e Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT do HRBA capacitaram aproximadamente 25 profissionais de saúde para atuarem em situações de emergência. Entre as principais ações treinadas podemos destacar: acionar alarme e corpo de bombeiros, cortar energia quando necessário, realizar primeiros socorros, controlar pânico, guiar a saída das pessoas para abandono da área e combater princípios de incêndio. Foram 30 dias de atividades e treinamentos, divididos em duas etapas, na última segunda-feira (28) foi realizado o encerramento no quartel do Corpo de Bombeiros com ações práticas.
Para a coordenação do curso, cada detalhe repassado é importante para que a atuação do “brigadista” na hora do socorro seja precisa. Evitar uma explosão foi um dos treinamentos feitos com o gás liquefeito de petróleo (GLP) ou gás de cozinha. Os colaboradores aprenderam como se portar diante de uma situação de risco, assim como realizar procedimentos que ajudam no processo de domínio do acidente, estancar a fonte de gás e depois vedar totalmente para cessar a fonte de risco. Outra prática comum de grande importância foi o uso dos extintores de incêndio e o conhecimento de suas especificidades para cada tipo de fogo. A Equipe do Hospital participou de uma grande simulação de socorro às vítimas de incêndio. Em meio à pressão do acidente os “brigadistas” são orientados a agir com precisão e rapidez para prestar um atendimento adequado.
No final, os instrutores avaliaram positivamente a primeira turma, o que é excelente. Os treinamentos para formar a brigada de incêndio do Hospital Regional de Santarém devem continuar com mais uma turma em fevereiro de 2010. Com um Hospital mais seguro todos ganham: Pacientes, Profissionais e Comunidade, pois segurança na assistência médico-hospitalar é sinônimo de qualidade!
A Direção do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna informa que o pagamento correspondente a 50% da remuneração do mês de novembro que ainda faltavam ser repassados ao Corpo Clínico desta unidade foi feito na manhã desta segunda-feira (28).
Desta forma, todas as atividades estarão disponíveis à população a partir de amanhã (29), como consultas ambulatoriais, exames, novas internações e cirurgias eletivas, além dos serviços de UTIs, hemodiálise, oncologia, atendimentos emergenciais (exames, cirurgias e internações) que funcionaram normalmente durante a paralisação.
O Hospital Regional informa que os atendimentos que não foram realizados serão remarcados pela Central de Regulação do município de Santarém e pela 9ª Regional da SESPA.
Santarém, 28 de dezembro de 2009.
Dr. João Batista Alves Júnior
Diretor Técnico-Médico
Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna