quarta-feira, 23 de abril de 2014

HRBA realiza programação especial de Páscoa para seus profissionais e usuários


Deste a última terça-feira, 15, colaboradores, usuários, pacientes e acompanhantes do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA) participam das programações alusivas à Páscoa. Oficina de Produção de Chocolate, Culto Ecumênico, apresentação do Circus Mirage distribuição de chocolates, apresentação de um vídeo sobre o significado da Páscoa, além da apresentação do Coral de Música do Serviço de Nutrição e Dietética do HRBA e visita do Bispo Dom Flávio Giovenale aos pacientes internados nas clinicas pediátricas, oncológica, cirúrgica, hemodiálise e quimioterapia foram algumas das muitas atividades elaboradas pelas equipes de Humanização. 

Na terça-feira, mais de 20 mães de crianças em tratamento no Hospital Regional participaram da oficina de produção de chocolate, projeto inovador que visa oportunizar uma nova vivência às mães dos pacientes e também poderá estimular um fomento para a economia, como explicou a Terapeuta Ocupacional do HRBA, Tereza Feijão. “O objetivo principal é a humanização do tratamento, dar uma atenção especial e também ser fonte de renda. Esta é uma programação bem especial para todas as crianças, acompanhantes e até mesmo, para nossos colaboradores”, enfatizou a Terapeuta Ocupacional.

A artesã Francisca Coelho, especialista em doces, falou sobre a experiência de ensinar mulheres que diariamente tem a difícil missão de enfrentar a dor de um tratamento oncológico pediátrico, muitas longe de casa e do aconchego da família.  “Pra mim é um prazer compartilhar com estas guerreiras um pouquinho do que eu também aprendi com alguém. Fazer chocolate é fácil. Basta seguir algumas dicas como a prática da higienização, temperatura e a utilizar a forma correta. Aqui nós optamos por formas menores para fazer o recheio e o objetivo maior é que elas possam produzir os chocolates da Páscoa para seus filhos e também no futuro ter uma renda extra”.

Para a mãe de uma das crianças em tratamento, Raquel Dias, a oficina foi muito mais que um aprendizado. Segundo ela, foi à oportunidade de unir ainda mais mulheres com histórias tão diferentes. “Nós estamos aprendendo hoje e futuramente será muito importante pra gente fazer em casa. É muito fácil de fazer e eu gostei bastante. Aqui somos todas amigas, parceiras de hospital, e além de aprender ficamos mais próximas, e, vamos projetar quem sabe no futuro, vender os ovos e ter uma renda a mais”, declarou a mãe do pequeno Danilo de três anos que há cinco meses faz tratamento oncológico no HRBA.

Na manhã da quinta-feira, no auditório do HRBA, o Bispo da Diocese de Santarém, Dom Flávio Giovenale e a Pastora Rizia Amazonas, da Igreja Internacional da Restauração, fizeram um Culto Ecumênico sobre a Páscoa para os colaboradores, acompanhantes e pacientes do HRBA. “Pra mim é um privilégio estar aqui próximo de pessoas tão carentes da palavra de Deus. A Páscoa representa a ressurreição e o verdadeiro sentido da Semana Santa é a Vida”, falou a Pastora que juntamente a Dom Flavio visitou cada paciente internado no HRBA. 

Em meio às atividades da Semana Santa o Bispo da Diocese de Santarém participou da programação, conversou com pacientes, acolheu crianças e falou sobre seu sentimento em fazer parte deste projeto de humanização. “O hospital é um lugar onde se vive a expectativa da Semana Santa e do Domingo de Páscoa, no sentido do sofrimento, da cura e às vezes se vivência a morte na fé da ressurreição. Este é um lugar que vive a Esperança, a Morte e a Vida, pra mim este é um momento único”, declarou o Bispo.

À tarde, finalizando a programação, os artistas do Circus Mirage realizaram uma apresentação especial para as crianças do HRBA. O artista circense, Fábio Mirage, falou sobre a expectativa de realização desta apresentação. “Não adianta a gente querer lutar por raça, religião, time porque no final tudo vai nos levar a um único lugar e ninguém é diferente. Hoje enquanto eu jogo os malabares essas crianças estão em uma cama observando e de alguma forma elas estão ali dançando, sorrindo e isso, sem dúvida, não tem dinheiro que pague. O lado social pra gente é muito gratificante. O circo é sensacional, mais isso daqui é inesquecível”, falou emocionado

O Diretor Geral do HRBA, Hebert Moreschi, falou sobre a importância de realizar a Páscoa dentro de um hospital como o HRBA. “Muitas pessoas passam a Páscoa conosco e não tem oportunidade de estar com a suas famílias. Por isso, nós resolvemos fazer este ano uma programação especial e a Páscoa veio até o Hospital. Isso representa muito para as pessoas que estão internadas, e tornar o hospital um lugar mais agradável é muito importante e contribui para que as pessoas estejam mais abertas ao tratamento, trazendo só coisas boas. Parabéns a toda Família HRBA que realizou uma programação de Páscoa maravilhosa, e acima de tudo, humana”, finalizou Hebert.


















quinta-feira, 17 de abril de 2014

HRBA realiza V Campanha de Gerenciamento de Resíduos e Prevenção de Acidente com Pérfuro-cortantes (CGRAP)


Na manhã desta quinta-feira, 17, a Comissão de Gerenciamento de Resíduos e Prevenção de Acidente com Pérfuro-cortantes (CGRAP) realizou sua programação anual de sensibilização dos colaboradores do Hospital Regional do Baixo Amazonas sobre as práticas de segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte interno e externo, tratamento e destino final dos resíduos e a prevenção de acidentes com pérfuro-cortantes. A V Campanha de Gerenciamento de Resíduos e Prevenção de Acidente com Pérfuro-cortantes tem como tema central “Gerenciar Resíduos e Prevenir Acidentes. Eu apoio e pratico”.

De acordo com o enfermeiro do trabalho do HRBA, Wilde Nélison Mota, o mais importante é evitar o acidente. “É necessário trabalhar utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) justamente para evitar o risco de contaminação. Durante o procedimento, o profissional deverá estar concentrado na hora do manuseio e descarte do pérfuro-cortante, assim ele está prevenindo futuros acidentes de trabalho”, declarou o enfermeiro após citar o uso obrigatório de EPI’s (máscara, luvas, toucas, óculos, avental entre outros objetos) para os profissionais da Saúde e colaboradores de unidades de Saúde.

O objetivo da programação é sensibilizar os profissionais para a importância das práticas de segurança dentro das unidades de saúde, hospitais, postos, laboratórios e centros especializados onde o risco de contaminação pode ser maior. No caso de acidentes, algumas medidas devem ser adotadas. “Tem que ser observada a situação vacinal do trabalhador ou da pessoa que sofreu acidente. Se a vacinação contra difteria ou tétano tem mais de três anos, ele tem que receber reforço”. Afirmou o enfermeiro que também alertou para o risco de contaminação com o vírus hepatite B.
 
Em casa, o risco de acidentes também deve ser levado em consideração. Neste sentido, importante adotar algumas medidas. “O descarte deste material  não pode ser feito em lixeiro comum, por oferecer risco aos profissionais coletadores. É importante sensibilizar a população para não desprezar este resíduo como um lixo doméstico, e sim seguir algumas medidas de segurança como, utilizar uma lata tampada ou uma caixa de papelão, não esquecendo de identificar o risco”, complementou.
 
O Diretor Geral, Hebert Moreschi, falou sobre a importância de disseminar boas práticas de segurança. “A prevenção é sempre o melhor caminho. Todos os profissionais que atuam na assistência a pacientes devem ter uma atitude segura. Uma atitude seguram envolve tanto cuidados voltados à prevenção de acidentes individuais, como coletivos, pois um descarte de material pérfuro-cortante inadequado pode contaminar diversas pessoas. Parabéns à comissão organizadora por mais uma campanha de sucesso!”, conclui Hebert.







 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Crianças diagnosticadas com cardiopatias congênitas são operadas em Santarém

Equipe médica antes de iniciar o procedimento cirúrgico
Cansaço, falta de disposição, desmaios, respiração pesada e até mesmo rouxidão na pele. Estes são alguns dos sinais citados pelos pais das três crianças operadas no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA) nos dias 5 e 6 de abril. As cirurgias tiveram aproximadamente duas horas de duração e foram realizadas pela primeira vez fora do Hospital das Clínicas (Belém), graças a uma parceria do Governo do Estado, Prefeitura de Santarém e a Dinâmica Hospitalar, empresa que realizou a doação das próteses para correção dos problemas cardíacos nas crianças de 4, 5 e 7 anos atendidas nesta primeira etapa do projeto.


A cirurgia contou com a presença da equipe do Hospital das Clínicas (HC) Dr. Rogério Miranda, cirurgião cardiopediatra e Dra. Camila Sozinho, médica pediatra do HC e HRBA, além do médico hemodinamicista, Dr. Jorge Hayashi. O cirurgião cardiopediatra explicou que em todo o Pará, cerca de 40% dos casos de cardiopatias congênitas estão no interior e a realização do procedimento em Santarém é o primeiro passo para a descentralização. “Este é um passo inicial muito importante. Estamos falando de cardiopatias em crianças muito pequenas, cardiopatias graves que faz com que a resolução aqui em Santarém traga um grande avanço para a Região. É fundamental fazer esta descentralização até porque temos um hospital de referência como o Hospital Regional”, afirmou Dr. Rogério.

A Secretária Municipal de Saúde (SEMSA), a médica pediatra Dra. Valdenira Cunha, falou sobre a importância da parceria para a realização do procedimento em Santarém. “Essa é uma parceria que nós vínhamos buscando deste o ano passado. Temos uma fila de crianças para fazer este procedimento no nosso TFD (Tratamento Fora do Domicilio) para serem realizadas no HC. Sabemos que esta fila em Belém é grande, então fomos atrás do Dr. Rogério Miranda que é um dos médicos que realiza o procedimento, e conseguimos fazer estas cirurgias. Esperamos que este projeto tenha sequencia e outras crianças sejam operadas em nossa cidade”, declarou Dra. Valdenira.

Para quem buscava tratamento e sabia da complexidade da doença, a realização do procedimento em Santarém representou a realização de um sonho. Assim o militar aposentado, José Maria Pinto Silva, avô de uma das crianças operadas, o pequeno Eduardo Silva, falou do procedimento. “Graças a Deus abriu esta porta aqui. Eu espero que outras crianças sejam contempladas com essa cirurgia porque é muito difícil sair de Santarém e buscar atendimento em outros centros. A gente sabe que a tendência desse quadro é progredir e isso causa preocupação, o meu neto, graças a Deus, já está curado”, falou o militar aposentado que irá comemorar em família a cirurgia e também o aniversário de 7 anos do menino que retornará a escola já nesta segunda-feira.

A pediatra Camila Sozinho falou sobre a complexidade da doença e sobre o benefício do procedimento. “Essa são crianças que tem problemas desde o nascimento e que a gente não consegue encaminhar para Belém por que o Hospital das Clínicas tem uma fila de espera muito grande. Essa é uma cirurgia de “peito fechado”, uma técnica muito moderna, onde é impulsionada uma veia na virilha e através desta veia é passado um cateter que chega até o coração da criança liberando uma prótese que faz a correção do canal arterial”, citou a médica após informar que o pós-cirúrgico também é uma vantagem da cirurgia uma vez que as crianças ficam 12 horas em observação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 12 horas na Clínica Pediátrica, e em seguida recebem alta.

Além das três crianças atendidas nesta primeira etapa outras 27 ainda aguardam pela cirurgia em Santarém, crianças como a pequena Rebeca, que recebe acompanhamento a cada seis meses. Em Belém, a fila de espera por um procedimento como este é de 540 crianças. “Em 2012, eu a levei e o médico disse que ela iria fazer o cateterismo. A última consulta foi em novembro e a doutora Camila falou que provavelmente o profissional viesse porque tem como fazer essa cirurgia aqui. O hospital tem estrutura pra isso, só faltava o profissional. Eles acharam melhor trazer o profissional, o que melhorou pra gente que antes ia e ficava em casa de apoio, longe de parente era mais difícil, aqui é mais perto de casa”. Falou a dona de casa Maria Leila Bandeira Nogueira, que reside na Comunidade de Cabeceira do Marajá, região do Ituqui e que gasta em média 4 horas para se deslocar até Santarém.
O Diretor Geral do HRBA, Hebert Moreschi, falou sobre o avanço da Saúde em Santarém a partir da introdução de novas especialidades e das parcerias firmadas para a realização de procedimentos como a cirurgia cardiopediatra em crianças com cardiopatias congênitas. “A meta do Governo do Estado e da SESPA é cada vez mais descentralizar a assistência de alta complexidade para fora da Capital. O benefício é enorme, pois leva assistência de qualidade, segura e resolutiva para próximo do usuário, que pode se recuperar em sua casa, junto a sua família. Sem dúvida a parceria entre Governo do Estado, através da SESPA, Governo Municipal, através da SEMSA, Dinâmica Hospitalar e toda competente equipe médica, representou um enorme avanço para nossa região. Estamos muito felizes por nossos pequenos pacientes terem sido assistidos com acompanhamento de seus familiares aqui no HRBA e estarem se recuperando tão bem.”, concluiu Hebert.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Workshop do HRBA debate Assistência de Urgência e Emergência

Parte da equipe do TRR do HRBA com ministrantes do Workshop
Com a presença de profissionais e classe acadêmica da área da Saúde, o Hospital Regional do Baixo Amazonas, que é administrado pela parceria Governo do Estado do Pará e Pró-Saúde, deu abertura nesta terça-feira, 25, ao seu V Workshop que abordou a temática da Assistência de Urgência e Emergência em Santarém, Região Oeste do Pará. O evento iniciou às 9h e teve entre os palestrantes profissionais da Saúde de Santarém, Belém e São Paulo que debateram temas atuais como o resgate aéreo na Amazônia, em Santarém e também sobre acidente de trânsito, acolhimento e classificação de risco, parada cardiorrespiratória, insuficiência respiratória e suporte ventilatório. Além da implantação do Time de Resposta Rápida no HRBA, feita em 2013 e que já apresenta bons resultados no atendimento de pacientes com sintomas ou mesmo em parada cardiorrespiratória.

Dr Guataçara ministrando sobre resgate em selva
O médico José Guataçara Gabriel, Coordenador do SAMU da cidade de Belém, e Coordenador do Serviço de Urgência e Emergência do Hospital Metropolitano, na Capital, parabenizou o HRBA pela iniciativa e falou sobre a importância da capacitação para o atendimento imediato até a chegada do socorro especializado. O médico também falou sobre o resgate aéreo na Amazônia. “Nós vamos falar sobre resgate em ambiente de floresta, inclusive até com a situação desse acidente. Vamos falar sobre você estar em um ambiente hostil e ter que tirar da floresta todo material necessário para sobrevida do paciente e também falaremos sobre atendimento de trânsito, principalmente acidente de moto: como acontece, porque acontece e como temos que fazer o atendimento antes de chegar ao hospital”, explicou o médico.

Dr Ilmara ministrando sobre acidente áereo
A médica Coordenadora do SAMU de Santarém, Ilmara Sousa, ministrou palestra sobre a diferença entre resgate aéreo e transporte aeromédico, com ênfase na experiência da aeronave do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará (Graesp). “É importante saber a diferença entre o transporte e o resgate aéreo, que são coisas bem diferentes. Há aproximadamente um ano nós já realizamos os dois procedimentos aqui na região, principalmente atendendo pessoas carentes e que necessitam do serviço gratuitamente, enfrentamos algumas dificuldades, às vezes por falta de homologação das aeronaves, às vezes por falta de conhecimento das pessoas que chamam o resgate aéreo e deveria ser o transporte”, enfatizou a médica, após citar que no resgate o paciente ainda não recebeu nenhum atendimento médico enquanto que no transporte os pacientes já receberam cuidados e precisam de um centro de maior complexidade.

Médica do TRR e Diretora de Enfermagem
A Diretora de Enfermagem, Daniela Mengon, explicou que o TRR existe no HRBA há um ano e após sua implantação os atendimentos passaram a obedecer um tempo entre 5 e 15 minutos. “Há um ano nós instalamos aqui o Time de Resposta Rápida, que é o time que atende pacientes internados ou transeuntes, pessoas que circulam pelo hospital. O time fica à disposição, através de rádio e assim que acionado ele atende o paciente, há os códigos, no caso azul é o código de parada e em cinco minutos a equipe deve fazer o atendimento e o código amarelo, onde o paciente tem algum sintoma que pode levar a uma parada e a equipe tem 15 minutos para atender o paciente” ,informou a Diretora.

Composição da mesa
De acordo com a Coordenadora do Time de Resposta Rápida (TRR), Enfermeira Vanja Kzan Colares Neves, a equipe é composta por uma equipe multiprofissional, (médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e fisioterapeuta), que estão treinados e capacitados para atuar em setores não críticos (clínicas, recepções, área de imagem e diagnóstico, laboratório,, áreas de apoio e administrativas do HRBA). “Nós vamos falar sobre os atendimentos na urgência e emergência e serão ministradas palestras e mini-cursos sobre parada cardiorrespiratória, resgate aéreo, terrestre, atendimento, pré e hospitalar e a realidade da implantação do TRR que nós queremos expandir na região”, complementou a coordenadora após informar que em dezembro foram realizados 25 atendimentos de paradas cardiorrespiratórias, destes atendimentos, 23 pacientes conseguiram reverter o quadro crítico devido o comprometimento de toda a equipe do HRBA. 

Pratica de socorro à vitima de acidente de moto
Entre as orientações dadas durante os treinamentos, a metodologia para verificação da pulsação, respiração e o estado de inconsciência do paciente foram priorizados. “Nós realizamos vários treinamentos para vários setores do HRBA e priorizamos esses treinamentos por acreditar que é importante que todos os colaboradores saibam identificar o início de uma parada cardiorrespiratória e possam dar um primeiro atendimento até que o time chegue”, complementou a coordenadora que atua com uma equipe multiprofissional composta por 28 pessoas entre enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos e fisioterapeutas.

Modo de imobilização
O Diretor Geral do HRBA, Hebert Moreschi, falou sobre a experiência inovadora do HRBA de implantar o TRR e realizar um workshop com temas tão diversificados como o acolhimento do paciente de urgência e emergência. “É impossível falarmos em qualidade da assistência sem que o aspecto segurança do paciente não seja priorizado. O HRBA é um hospital de média e alta complexidade e atende a pacientes graves. Nosso Time de Resposta Rápida foi implantado há um ano e vem apresentando excelentes resultados. É importante compartilharmos essa experiência de sucesso com outros serviços e saúde. Além disso, pudemos contar com a presença de profissionais que são referência no atendimento de urgência e emergência que repassaram o seu conhecimento às equipes de saúde do HRBA e Oeste do Pará”, concluiu Hebert.