quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

ANS esclarece norma para ressarcimento do SUS



A Agência Nacional de Saúde Suplementar divulgou esclarecimento sobre políticas de ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) em virtude de recentes notícias veiculadas em alguns canais de imprensa.
Confira parecer:
No final de novembro de 2009, os atuais gestores responsáveis pelo Ressarcimentoao SUS tomaram posse. De imediato, foi realizado um levantamento das pendências existentes, do fluxo operacional do ressarcimento ao SUS, dos recursos logísticos, humanos e tecnológicos existentes. Tomou-se conhecimento, também, da existência de um Acórdão contendo determinações do Tribunal de Contas da União (TCU), fruto de trabalho realizado por esse órgão de controle em 25 de março de 2009.
O diagnóstico inicial foi apresentado à diretoria colegiada da ANS, 15 dias após a posse e, ainda em dezembro de 2009, ao Ministério da Saúde e ao TCU. As providências a serem então tomadas, fruto do envolvimento de diversas diretorias e áreas da Agência, também foram apresentadas e aprovadas em reunião de diretoria colegiada, em 14 de dezembro de 2009 e envolveram ações e aprovações do Ministério da Saúde, Datasus e Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
O diagnóstico inicial e as medidas a serem adotadas foram apresentados em 18 de março de 2010 na 61ª reunião da Câmara de Saúde Suplementar (CAMSS), tornando-se públicos. Em 21 de setembro de 2010, foram feitas apresentações com atualizações das medidas tomadas em relatório entregue ao TCU e novamente apresentadas, em 20 de outubro de 2010, na 65ª reunião da CAMSS, prestando-se contas novamente e publicamente do andamento dos trabalhos. A CAMSS é órgão consultivo da ANS, composto por mais de 30 entidades representativas de toda a sociedade, inclusive órgãos de defesa do consumidor.
Entre as providências tomadas, estão:
1. Contratação de mais 89 servidores temporários para tratar o passivo existente pendente de análise e demais atos pertinentes ao fluxo de trabalho do ressarcimento ao SUS (a equipe continha apenas 30 pessoas, entre servidores efetivos e colaboradores de contratos de terceirização).
2. Padronização dos procedimentos de forma a consolidar, homogeneizar e padronizar entendimentos e rotinas em manuais, os quais serão anualmente reeditados para que estejam sempre atualizados frente à legislação vigente.
3. Reorganização de local e de estrutura com reforma e ampliação da área física e de arquivos.
4. Criação da Gerência-Geral de Ressarcimento ao SUS, na qual se inseriu a Gerência de Ressarcimento ao SUS e demais equipes do Arquivo, Protocolo, Análise de 1ª e 2a instância, Recolhimento e Sistemas. Apesar dessa melhoria da estrutura organizacional, a unidade do Ressarcimento ao SUS demandará ainda novas adequações para fazer frente às necessidades futuras do processo de ressarcimento.
5. Melhoria do parque de equipamentos de informática e dos sistemas de informação, de modo a simplificar e viabilizar as tarefas, aumentar o controle, a gestão e a produtividade do processo, além de reanálise e redimensionamento do sistema eletrônico em desenvolvimento.
6. Elaboração de nova metodologia para valoração do ressarcimento, com vistas à simplificação e transparência das cobranças e homogeneização de critérios.
7. Estudo preliminar do ressarcimento de autorizações de procedimentos ambulatoriais (Apac) para futura operacionalização.
8. Melhoria dos algoritmos de identificação de atendimentos passíveis de ressarcimento.
9. Consolidação e atualização de normativos.
10. Implementação do atendimento a operadoras de plano de saúde.
11. Organização dos processos de parcelamento e providências para o encaminhamento daqueles sem pagamento para a inscrição em Dívida Ativa.
12. Organização de arquivo e protocolo para tratamento do extenso volume de documentos.

Como consequência das ações implementadas, foram possíveis os seguintes resultados:
1. Retomada da rotina, a partir de maio de 2010, da identificação de beneficiários da saúde suplementar que utilizaram estruturas de atendimento do SUS, através do batimento de arquivos (registros) de internações do Datasus com o sistema de identificação de beneficiários da ANS, que estava interrompida há um ano e nove meses.
2. Enviados às operadoras de plano de saúde, a partir de junho de 2010, seis arquivos de beneficiários identificados (ABI) contendo o total de
235.733 Autorizações de Internações Hospitalares (AIH) feitas pelo SUS a beneficiários da saúde suplementar. O cálculo de necessidades foi feito com o objetivo de regularização do passivo identificado, em um prazo máximo de quatro anos.
3. Padronização dos procedimentos de forma a consolidar, homogeneizar e padronizar entendimentos e rotinas em manuais, os quais serão anualmente reeditados para que estejam sempre atualizados frente à legislação vigente.
Obs: Em 2006, o Ministério da Saúde promoveu a descentralização do processamento das AIHs para estados e municípios, o que acarretou dificuldades de consolidação das bases de dados até então enviadas rotineiramente à ANS. Isso afetou a rotina de batimentos dos arquivos entre Datasus e ANS.

Fonte: Saúde Business Web

Pró Saúde adere ao Pacto Pelo Emprego e já disponibiliza 19 vagas pelo PAT-Cubatão (SP)


Paulo Mergulhão (presidente da Pró-Saúde) e a
Prefeita de Cubatão, Márcia Rosa, assinando o Pacto


"Ter um trabalho e através dele manter a sua família é uma conquista de dignidade muito importante, que acaba se refletindo na qualidade de vida e na saúde das pessoas", afirmou a prefeita Marcia Rosa no último dia 4, durante a solenidade de adesão da Pró-Saúde ao Pacto Pelo Emprego de Cubatão.
Na oportunidade, a prefeita lembrou que, graças ao apoio dos empresários ao Pacto, o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) do município alcançou em 2010, pelo segundo ano consecutivo, a melhor posição no estado de São Paulo em intermediação de vagas (6.933 empregos). E ressaltou a iniciativa da administradora do Hospital Municipal, que, além de assinar sua adesão, colocou de imediato 19 vagas à disposição dos cubatenses, a serem recrutados junto ao PAT a partir da próxima segunda-feira, dia 7.
O evento contou com a presença de Paulo Roberto Mergulhão, presidente da Pró Saúde-Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar; Marcelo Durante Bittencourt, diretor operacional regional daquela entidade; e José Donizette Stoque, novo diretor geral do Hospital Municipal de Cubatão "Luiz Camargo Fonseca e Silva". Representando o Legislativo, compareceram os vereadores Agnaldo Araújo, Paulo Tito, Severino de Oliveira e José Aparecido dos Santos, Dedinho.
Elogios – Aproveitando a presença de seus secretários e principais assessores, a prefeita Marcia Rosa fez questão de apresentá-los ao novo diretor geral do Hospital, destacando o trabalho realizado pelos diferentes setores da administração e a importância da prática da transversalidade nas políticas públicas, sempre voltada à melhoria da qualidade de vida da população e, portanto, da prevenção de doenças e manutenção da saúde.
A adesão da Pró-Saúde ao Pacto Pelo Emprego foi saudada, ainda, por Benito Santiago Martinez Gonzalez, secretário interino da Saúde e titular da Secretaria de Emprego e Desenvolvimento Sustentável; e pelo vereador Agnaldo Araújo. Em agradecimento, Paulo Roberto Mergulhão afirmou que a Pró-Saúde, com esta iniciativa, está apenas retribuindo o apoio que tem recebido em Cubatão, apoio este que permitiu transformar o Hospital Municipal numa unidade referência para todo o País.
Ao assinar o Pacto Pelo Emprego, a Pró-Saúde passa a utilizar a estrutura do PAT local para realizar a intermediação na contratação de sua mão-de-obra, com prioridade para candidatos residentes no município, além de viabilizar vagas para candidatas do sexo feminino, portadores de necessidades especiais, trabalhadores sem experiência e egressos do sistema prisional.
As 19 vagas anunciadas referem-se às funções de Copeiro (2 do sexo masculino e 1 feminino), Auxiliar de Centro de Estudos (1 vaga), Auxiliar Administrativo de Suprimentos (1), Estagiária de Farmácia (1), Auxiliar de Serviços Diversos/Limpeza (1), Auxiliar de Serviços Diversos/Lavanderia (1), Ascensorista (1, temporário), Técnico de Raios X (1, temporário) e Auxiliar de Enfermagem (9).

Fonte: Departamento de Imprensa – Prefeitura de Cubatão (SP)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

SUGESTÃO DE PAUTA

Retranca: Hospital Regional unifica Programas de Qualidade e Meio Ambiente.
Local: Auditório do Hospital Regional (1° Andar)
Av. Sérgio Henn, 1100 – Diamantino Santarém – PA
Data: 10 de fevereiro de 2011
Horário: 14h00m
Sugestão de entrevistados:
        - Hebert Moreschi - Diretor Geral do Hospital Regional;
        - Dra. Mariana Quiroga – Médica do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar.
Informações:
O Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna, administrado pela Pró-Saúde, fará na próxima quinta-feira (10), às 14h, no Auditório do HRBA, o lançamento do Programa PGR"5S" para gestores e colaboradores da instituição. O Programa unifica o PGRSS e o 5S, que tratam do cuidado com o Meio Ambiente e da Qualidade nos serviços de saúde, respectivamente.
O Plano de Gerenciamento dos Resíduos dos Serviços de Saúde (PGRSS) tem por objetivo cumprir a Legislação Federal (005/93 Conselho Nacional do Meio Ambiente e RDC Nº 306/2004 Agência Nacional de Vigilância Sanitária) dando destinação adequada para os resíduos produzidos pelo Hospital. E o Programa “5S” vai beneficiar o Hospital através da busca da qualidade no cumprimento dos Sensos de Descarte, Organização, Limpeza, Saúde e Disciplina.
A iniciativa é da Comissão de Gerenciamento de Resíduos e Gestão Ambiental, do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e da Assessoria de Qualidade do HRBA.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Estados podem receber prêmio por boa gestão do SUS


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sinalizou no último dia 25 que pode adotar a política de premiar os estados e municípios que optarem por medidas que melhorem a gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar o atendimento à rede pública.
"Premiar quem faz mais e melhor para a população. Essa é a nossa estratégia em qualquer discussão de repasse para estados e municípios e na relação com o setor filantrópico", disse ele.
Desde que assumiu a pasta, Padilha tem declarado que uma de suas prioridades é aprimorar o funcionamento do SUS e de outros órgãos ligados à saúde. Seguindo orientação da presidenta Dilma Rousseff, o ministro tem conversado, por exemplo, com empresários para elaborar um plano de gestão para a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Na semana passada, ele se reuniu com integrantes do Instituto de Desenvolvimento Gerencial, de consultoria em gestão empresarial, que fará um diagnóstico da Funasa. A estimativa é que o levantamento seja concluído dentro de um mês. O instituto vai analisar ainda o sistema de compras de remédios e equipamentos do ministério. Padilha teve encontro também com o empresário Jorge Gerdau.
Sobre a definição da diretoria da Funasa, alvo de atritos entre o PT e o PMDB, o ministro evitou falar da disputa partidária e reafirmou que seu compromisso é reorganizar a estatal para o cumprimento das metas estabelecidas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A fundação é responsável por levar saneamento básico a cidades com menos de 50 mil habitantes.
Em relação à regulamentação da Emenda Constitucional 29, que fixa percentuais de repasse da União, estados e municípios para a saúde, Padilha disse que cabe ao Congresso Nacional "garantir um financiamento estável para a saúde, independente do governo" e definir a fonte de recurso.

Fonte: Agência Brasil | Carolina Pimentel

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Obesidade está relacionada a 30% dos casos de câncer




Levantamento divulgado pela Sociedade Americana do Câncer diz que um terço das mortes por câncer são relacionadas à obesidade. Considerada uma epidemia mundial, a obesidade é o segundo maior fator de risco evitável para o câncer, ficando atrás apenas do tabagismo.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, a redução dos níveis de obesidade no País pode evitar 19% dos casos da doença. Para o especialista em cirurgia de obesidade, Roberto Rizzi, a prática de atividade física e uma alimentação saudável podem reduzir em 63% os tumores de boca, faringe e laringe. Além disso. o controle da obesidade pode fazer com que o câncer de mama tenha sua incidência reduzida em 30%.
Rizzi aconselha o consumo de frutas, fibras, verduras, legumes e peixes e deixar de lado alimentos ricos em açúcares e gorduras saturadas, como refrigerantes e alimentos industrializados.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a obesidade já atinge mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, pelo menos 3,5 milhões de pessoas estão em estado de obesidade mórbida, ou seja, estão com pelo menos 40 quilos acima do peso corporal ideal.
Por conta do crescimento da obesidade, o Brasil tem registrado um aumento no número de cirurgias bariátricas, popularmente conhecida como redução do estômago, que é indicado no tratamento da obesidade mórbida. No ano de 2009 o Brasil realizou 30 mil cirurgias, um crescimento de 500% nos últimos 10 anos.

Homem x Mulher

A obesidade interfere de forma diferente em homens e mulheres no desenvolvimento do câncer. Segundo relatório Saúde Brasil, desenvolvido pelo Ministério da saúde, a obesidade responde por:

No sexo feminino
• 29% dos casos de câncer no útero.
• 26% dos casos de câncer de esôfago.
• 16% dos casos de câncer de rim.
• 14% dos casos de câncer de pâncreas.
• 14% dos casos de câncer de mama.
• 1% dos casos de câncer de colorretal (intestino grosso).

No sexo masculino
• 25% dos casos de câncer de pâncreas
• 20% dos casos de câncer de esôfago
• 10% dos casos de câncer de rim
• 8% dos casos de câncer de colorretal

Fonte: Saúde Business Web

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Combate à AIDS terá foco no diagnóstico precoce



O diagnóstico precoce será o foco da ação do Ministério da Saúde no combate à Aids, disse na segunda-feira (24) o ministro Alexandre Padilha ao participar do Fórum ONGs de Aids de São Paulo. Ele lembrou que o tratamento com medicamentos antirretrovirais dão qualidade de vida ao portador do vírus HIV, principalmente quando o diagnóstico é feito cedo.
A questão do diagnóstico foi uma das principais demandas apresentadas pelo fórum. Segundo o presidente do Grupo Pela Vidda (Valorização, Integração e Dignidade do Doente de Aids), Mário Scheffer, essa medida pode ajudar a reduzir as cerca de 11 mil mortes anuais causadas pela doença, ainda que seja louvável o fato das medidas da área de saúde terem conseguido fazer com que esse número esteja estacionado no mesmo patamar há vários anos.
Em entrevista depois do encontro, Padilha ressaltou que haverá uma atenção especial aos grupos mais vulneráveis, como os usuários de crack. Esse enfrentamento deverá ser adicionado ao planejamento de combate à droga.
Jovens que não são atingidos pelas etapas iniciais das campanhas de prevenção são outra parcela da população que terá atenção especial. Para isso, o ministro destacou que a internet será de grande importância. "Você tem, hoje, por meio da internet, uma troca permanente de informações e de acesso também a situações que possam implicar em risco não só da Aids, mas de outras doenças sexualmente transmissíveis".
Os movimentos sociais também pediram ao ministro que seja garantido o fornecimento ininterrupto dos medicamentos antirretrovirais. Scheffer disse que, no final de 2009 e no início de 2010, faltaram remédios que dão qualidade de vida aos cerca de 200 mil portadores do HIV.
Padilha disse vai solicitar aos técnicos do ministério e à direção do Programa Nacional de DST/Aids para ter um diagnóstico claro de quais são os possíveis gargalos no fornecimento dos medicamentos. Ele cogitou, inclusive, a hipótese da formação de um estoque regulador que traga independência do Brasil em relação ao mercado internacional.
Segundo Scheffer, essa foi a primeira vez em que um ministro ouviu os movimentos sociais, independentemente da equipe técnica do governo que acompanha e desenvolve o programa de enfrentamento à Aids. "Isso para gente é uma novidade", elogiou.
Para Padilha, o combate à Aids é um exemplo de como os usuários do sistema de saúde podem ajudar a aprimorar o atendimento.

Fonte: Agência Brasil | Daniel Mello

SP faz primeira cirurgia de próstata por acesso único da América Latina


O Centro de Referência em Saúde do Homem, unidade da Secretaria de Estado da Saúde na capital paulista, realizou com sucesso a primeira cirurgia da América Latina em que o paciente tem a próstata operada com apenas um pequeno furo feito abaixo do umbigo. Por este orifício entram um aparelho chamado de “single port” e uma câmera de vídeo para que o médico acompanhe o procedimento por um monitor de vídeo.
A cirurgia realizada por acesso único oferece mais conforto ao paciente por ser minimamente invasiva e muito mais rápida do que a convencional, em que o doente recebe cortes em todo abdômen. A internação dura apenas um dia e o processo pós-operatório é de apenas quatro dias, enquanto no método tradicional a pessoa precisa ficar internada durante uma semana e chega a permanecer em repouso por um mês.
A presença da tecnologia também traz otimização de recursos. Estima-se que, por receber alta no dia seguinte da operação, a contenção com hospitalidade e medicamentos seja de, aproximadamente, R$ 1,2 mil por pessoa tratada. Além disso, o paciente pode voltar à sua vida profissional mais cedo.
O “single port” foi utilizado pela primeira vez para tratar hiperplasia prostática (crescimento benigno da próstata) em um Hospital de Cleveland, cidade localizada em Ohio, nos Estados Unidos. A cirurgia demorou mais de cinco horas, seis vezes mais do que o tempo gasto em São Paulo.
“Seremos o primeiro centro em toda América Latina, com profissionais altamente treinados, a realizar rotineiramente esta cirurgia. É um avanço na medicina, principalmente para a rede pública de saúde, que vai trazer mais qualidade de vida aos pacientes”, destaca o médico chefe do serviço de urologia, Joaquim Claro.
O método é indicado para pacientes que estejam com a próstata muito dilatada chegando a pesar 100 g. No tamanho normal ela pesa entre 15 e 20 g.


Fonte: Secretaria de Estado da Saúde – SP

Colaboradores do HRBA participam de treinamento sobre NR-32


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Comer 8 porções de frutas e legumes por dia protege o coração



Comer um mínimo de oito porções de frutas e vegetais por dia pode diminuir o risco de doença cardíaca em um quarto, afirmaram cientistas britânicos. Um novo estudo descobriu que, ao contrário do que se imaginava, comer cinco porções diárias para uma vida saudável pode ser inadequado.
A informação foi publicada no site do jornal britânico "The Telegraph" nesta quarta-feira.
A pesquisa questiona a cota recomendada pelo governo do Reino Unido que segue orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e atualmente recomenda comer cerca de 400 gramas de legumes por dia.
No entanto, o novo estudo descobriu que porções extras oferecem mais proteção à saúde.
Pessoas que ingerem oito ou mais porções por dia têm 22% menos chance de morrer de doença cardíaca do que alguém que come apenas três --a média nacional do Reino Unido.
No entanto, o relatório do "European Heart Journal" admitiu que isso também pode significar que as pessoas que comem mais vegetais têm um estilo de vida mais saudável.
Uma porção equivale a cerca de 85 gramas ou uma cenoura pequena, uma maçã média ou uma banana pequena.
A pesquisa analisou 300 mil pessoas com idades entre 40 e 85 anos em oito países.
Segundo Victoria Taylor, nutricionista da Fundação Britânica do Coração, "este grande estudo observacional dá mais credibilidade à recomendação de comer mais frutas e legumes para ajudar a reduzir o risco de doença cardíaca". 
Para o professor Michael Marmot, diretor da UCL (University College London), "essa proporção é de uma enorme importância prática. Doença cardiovascular é a principal causa de morte comum. Uma redução de 22% é enorme".



Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Estudo sueco investiga por que alguns diabéticos não têm complicações



SÃO PAULO - Muitas pesquisas têm sido realizadas para descobrir os motivos pelos quais as pessoas com diabete desenvolvem complicações. Agora, cientistas fazem a pergunta inversa: eles querem saber por que alguns pacientes não têm essas complicações. O que é que os protege? O estudo Prolong (de "PROtetor da LONGevidade") pretende responder à questão.
"A maioria dos diabéticos, ao longo dos anos, desenvolve complicações graves ou fatais, mas entre 10% e 15% estão livres. Eles são os únicos em que estamos interessados", afirma Valeriya Lyssenko, que conduz o estudo juntamente com Peter Nilsson, ambos do Centro de Diabete da Universidade de Lund, na Suécia.
As principais complicações da diabete incluem doenças renais (nefropatias), lesões oculares (retinopatia), ataques cardíacos e derrames.

Artérias rígidas e açucaradas

Apesar de décadas de intensa pesquisa sobre as complicações da diabete, esses mecanismos fundamentais ainda não são totalmente conhecidos. Também não é possível prevenir ou tratar os danos aos vasos sanguíneos que atingem a maioria dos pacientes.
O risco de morrer de doenças cardiovasculares é de duas a três vezes maior para os doentes do que para os não-doentes. Os pequenos vasos sanguíneos também são prejudicados. Depois de apenas 10 anos com diabete, 70% das pessoas terão algum tipo de dano renal que poderá progredir para insuficiência. Como muitos sofrem de complicações oculares, alguns desenvolvem deficiência grave e 2% ficam cegos.
"Os vasos sanguíneos e outros órgãos do corpo tornam-se revestidos de açúcar e rígidos. É similar ao envelhecimento biológico precoce", compara Nilsson.

Metade dos "veteranos"

Talvez a própria natureza possa responder à pergunta de por que alguns pacientes são protegidos. Hoje existem cerca de 12 mil pessoas na Suécia com diabete há mais de 30 anos, das quais 1.600 têm a doença há mais de 50 anos.
"Cerca de metade desses 'veteranos' não têm maiores complicações. Dois terços dos que têm essa condição há mais de 50 anos escaparam de problemas relacionados. É claro que essas pessoas são diferentes e queremos saber o que é que as protege", afirma Valeriya.

Maior risco passa depois de 30 anos

O levantamento piloto, na província sueca de Escânia, avalia pacientes com diabete há mais de 30 anos. Num estágio posterior, portadores serão recrutados em todos os hospitais e centros de saúde do país. Eles serão comparados com os diabéticos que já desenvolveram complicações graves, apesar de terem a doença há menos de 15 anos.
O limite de 30 anos foi escolhido porque um indivíduo que tem diabete há muito tempo sem desenvolver complicações é improvável que apresente isso mais tarde.

Copiar os mecanismos de proteção da natureza

Os participantes vão responder a perguntas sobre sua vida e as doenças que eles ou seus parentes próximos apresentam. Várias amostras de sangue, incluindo testes genéticos, serão analisadas, e parentes dos voluntários também serão convidados a colaborar.
"Se pudermos identificar os fatores que protegem esses veteranos de complicações devastadoras, então pode ser possível desenvolver drogas que façam a mesma coisa", avalia Valeriya.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Cigarro provoca danos genéticos poucos minutos após primeira inalação


SÃO PAULO - Em um alerta para aqueles tentados a começar a fumar, uma pesquisa publicada na revista American Chemical Society alerta que a fumaça do cigarro começa a provocar danos genéticos poucos minutos, não anos, após a primeira inalação. Este foi o primeiro estudo humano a detalhar a maneira como certas substâncias no tabaco causam danos no DNA ligados ao surgimento do câncer.
Os pesquisadores destacam que o câncer de pulmão mata pelo menos três mil pessoal todos os dias, grande parte como resultado do tabagismo. Além disso, o fumo também está ligado a pelo menos outros 18 tipos de câncer. No entanto, até o momento os cientistas não puderam determinar exatamente como as substâncias prejudiciais presentes no tabaco, conhecidas como hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH), causam danos ao DNA em humanos.
Os cientistas acrescentaram um PAH marcado aos cigarros, o fenantreno, e acompanharam seu destino em 12 voluntários. Eles descobriram que o fenantreno rapidamente forma uma substância tóxica no sangue, causando mutações. Os fumantes desenvolvem níveis máximos dessa substância em um período de tempo que surpreendeu os pesquisadores: de 15 a 30 minutos depois que os voluntários terminaram de fumar. Os pesquisadores disseram que o efeito é tão rápido que é equivalente a injetar a substância na corrente sanguínea.

Fonte: estadão.com.br

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Pró-Saúde é destaque nacional na busca pela Segurança e Qualidade nos Serviços de Saúde

A Pró-Saúde – Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, que administra várias instituições de saúde pelo Brasil há mais de 40 anos, dentre as quais os Hospitais Regionais de Santarém, Marabá e Altamira (PA) e implementa a gestão da qualidade nos hospitais alinhada aos requisitos de Acreditação da ONA – Organização Nacional de Acreditação, foi reconhecida pela Fundação Carlos Alberto Vanzolini, credenciada à ONA, como uma entidade que garante a organização dos processos internos, melhores condições de trabalho aos seus profissionais e principalmente, maior qualidade e segurança aos usuários dos hospitais que administra.
Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará
Em 2010, a Pró-Saúde conquistou a Acreditação para o Hospital Regional Público da Transamazônica, em Altamira (PA), Hospital Municipal de Araucária (PR), Hospital Dr. Luiz Camargo da Fonseca e Silva, em Cubatão (SP) e para o Hospital Estadual Central, em Vitória, capital do Espírito Santo.
               Para 2011, o Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará (foto), em Santarém, tem como meta obter o certificado de “Hospital Acreditado”.

Leia a matéria completa abaixo:


Hospital Regional empossa novas Direções Técnica e Clínica

Novos Diretores: Clínico - Dr. Manuel Alvarenga, e Técnico - Dr. Édson Filho.

Dr. João Batista e esposa
Depois de aproximadamente quinze meses à frente da Diretoria Técnica do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará, Dr. João Batista se despediu de amigos e colegas de trabalho para voltar a Belém e assumir novos desafios na gestão pública de saúde. A despedida do Dr. João Batista também serviu para oficializar a posse dos novos Diretores Técnico e Clínico, Dr. Édson Ferreira Filho e Dr. Manuel Alvarenga, respectivamente.

Hebert Moreschi dando posse aos novos diretores
O Diretor Geral do HRBA, Hebert Moreschi, a Diretoria Operacional e Diretoria Técnica da Pró-Saúde, aprovaram a indicação do nome de Dr. Edson Ferreira Filho para a Direção Técnica do Regional de Santarém por possuir qualidades técnicas, conhecimento dos processos implantados e pelo comprometimento com a busca da melhoria contínua do Hospital Regional. “O Dr. João Batista fez um excelente trabalho à frente da Direção Técnica do HRBA, principalmente na preparação técnica e condução do processo de habilitação dos nossos serviços de alta complexidade. Além disso, conquistou nosso respeito por sua grande experiência e preocupação com um atendimento de qualidade, segurança e humanizado. A escolha do Dr. Edson levou em consideração o fato dele ser um profissional de carreira dentro do HRBA, conhecendo perfeitamente os processos implantados e os projetos em andamento, além de já ter exercido a função de Direção Clínica, que é de escolha dos profissionais médicos. A indicação do Dr. Edson significa a continuidade do trabalho do Dr. João Batista e desejamos a ele muito sucesso”, destaca Hebert.

Dr. Alvarenga, Dr. Édson Filho,
Dr. João Batista e Hebert Moreschi (Diretor Geral HRBA
O Dr. Édson Filho já respondia pela Diretoria Clínica do HRBA desde o início do funcionamento do Hospital em 2008, tendo como vice-diretor, Dr. Manuel Alvarenga. “Com a indicação do Dr. Edson para a Direção Técnica, o Dr. Alvarenga assume a função de Direção Clínica. Dr. Alvarenga também é um profissional de carreira dentro do HRBA, tecnicamente muito respeitado e participativo nas questões de interesse do corpo clínico e crescimento dos nossos serviços. Então, temos a certeza de que a Direção Clínica estará muito bem representada”, conclui Hebert.

UFRJ cria método para detecção de tuberculose

Nona causa de ingresso hospitalar e quarta em mortalidade por enfermidades infecciosas, a tuberculose vem aumentando no País. Para melhorar o diagnóstico da doença, a Coppe/UFRJ em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro desenvolveu o sistema Neural TB para diagnóstico precoce e acompanhamento da doença.
O projeto piloto tem apoio do Programa Nacional de Controle de Tuberculose do Ministério da Saúde e está sendo implantado em dez unidades de saúde do Rio e em outros cinco municípios. O programa roda em um netbook e consiste em um questionário minucioso que, preenchido, dará ao profissional de saúde a informação sobre a probabilidade do paciente ter tuberculose - e orientações para acompanhá-lo.
"Os métodos tradicionais de detecção ou são caros ou lentos. A baciloscopia é rápida, mas só acerta 60% dos casos. Já a cultura do escarro, que tem acerto superior a 80%, leva 40 dias", diz um dos responsáveis pelo sistema, José Manuel Seixas.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é um dos 22 países do mundo que concentram 80% dos casos de tuberculose.

Talita Figueiredo - O Estado de S.Paulo

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

OMS alerta sobre impacto financeiro nos fundos para saúde


Várias organizações de saúde de alcance mundial sofreram grandes reduções em seus fundos, o que põe em risco os avanços na luta contra doenças como a pólio, a AIDS e a malária, afirmou a diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan. As informações são da Agência Efe.  
A diretora alertou que, além de sua própria instituição, outras como o Fundo Mundial contra a AIDS, a Malária e a Tuberculose e a Aliança Gavi, entidade internacional dedicada à imunização, também tiveram redução nos seus orçamentos.
Ao inaugurar em Genebra o Conselho Executivo da OMS, órgão constituído por 34 países, Chan expressou sua preocupação pelo impacto da economia internacional nos progressos e inovações na luta contra doenças como a meningite, a tuberculose e a AIDS.
Segundo ela, os mosquiteiros (impregnados de inseticida para prevenir a malária) devem ser substituídos, o tratamento com antiretrovirais (para tratar a AIDS) deve ser bem administrado, o diagnóstico e o tratamento da tuberculose devem ser intensificados e cada bebê deve ser protegido através da vacinação.
Após reforçar a necessidade de persistir na luta contra essas e outras doenças, Chan reconheceu que a epidemia da gripe A, entre 2009 e 2010, criou uma situação de desconfiança na opinião pública sobre as vacinas.
Os laboratórios desenvolveram em um tempo recorde uma vacina contra o vírus AH1N1, o que gerou medo na população e em grande parte de países.
No entanto, de acordo com ela, o problema da desconfiança pública vai além das vacinas contra a gripe. Chan sustentou que essa é uma tendência que é preciso ser contornada porque "a percepção pública sobre a segurança de uma vacina pode ficar permanentemente alterada por temores sem fundamento.

Fonte: Saúde Business Web

Amazonas confirma primeira morte por dengue em 2011

MANAUS - A primeira morte por dengue no Amazonas em 2011 foi confirmada na tarde de segunda-feira, 17, pelas autoridades de Saúde. Gisélia Ribeiro Bacelar, 61, morreu vítima da doença, acompanhada de choque hipovolêmico, na última quinta-feira, 13. No entanto, a Secretaria de Estado da Saúde (Susam) afastou a possibilidade de dengue tipo 4 como causa da morte.
Em 2010, o Amazonas registrou 4.182 casos de dengue. Desses, 2.585 ocorreram em 28 cidades do interior, e 1.597 foram registrados em Manaus. Apesar da oscilação do número de casos a cada ano, o Amazonas não registra epidemia desde 2001. Em 2010, dos 28 municípios do interior do Amazonas com registro de transmissão de dengue, sete - Humaitá, Codajás, Coari, Itacoatiara, Tefé, Barcelos e Lábrea - entraram nesta segunda-feira para o grupo de alto risco de epidemia da doença.
Na semana passada o ministro da saúde, Alexandre Padilha, anunciou que dezesseis Estados do País estão sob risco muito alto de enfrentar uma epidemia de dengue neste verão e outros cinco estão sob risco alto. No Amazonas, o risco é muito alto.

Fonte: Michelle Portela - estadão.com.br

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Padilha determina que Funasa acelere obras do PAC

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou na quarta-feira (12) a aceleração das obras de saneamento básico executadas pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa), com foco nos municípios dos 16 estados com alto risco de epidemia de dengue.   
A Funasa  executa obras de saneamento básico em cidades com até 50 mil habitantes e, segundo Padilha, tem a missão de contribuir para minimizar as condições de reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. 
Padilha anunciou que haverá, ainda em janeiro, uma reunião com os secretários de saúde dos estados em situação mais delicada de epidemia, de acordo com o mapa traçado pelo risco-dengue divulgado na última terça-feira (11). O objetivo do encontro é alinhar estratégias federais e estaduais de prevenção da contaminação e atenção aos doentes.
A Funasa reforçará também a mobilização e a divulgação da estratégia de comunicação contra a dengue. Presente em todo o País por meio de superintendências regionais.  

Fonte: Saúde Business Web

Sete toneladas de medicamentos são enviadas ao Rio

Tragédia provocada pelas fortes chuvas no Rio de Janeiro
Foto Alexandre Peixoto

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (12) o envio de sete toneladas de medicamentos e insumos para o auxílio às pessoas atingidas pela enchentes no Rio de Janeiro. São 30 kits suficientes para atender 45 mil pessoas por um período de um mês. Ainda, foi estruturado nos hospitais federais um esquema especial de atendimento à população e será definido o envio de médicos e enfermeiros para a região de enchente. O ministro Alexandre Padilha acompanha a presidenta da República, Dilma Rousseff, em vistoria às áreas atingidas, nesta quinta-feira (13).
Segundo comunicado do Ministério, o material que será embarcado nesta quinta-feira (13) para o Rio será utilizado em Teresópolis, Friburgo e demais localidades atingidas pelas chuvas. Os kits são compostos por antibióticos, antiinflamatórios, antiparasitários, analgésicos, antitérmicos, anti-hipertensivos, ataduras, esparadrapos, luvas, máscaras, cateteres e seringas, entre outros componentes.
O Departamento de Gestão Hospitalar Federal no Rio de Janeiro (DGH) colocou a disposição parte das 75 salas cirúrgicas dos hospitais federais (Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Lagoa, Ipanema e dos Servidores). Para isso, há a possibilidade de suspensão das cirurgias eletivas (sem caráter emergencial) já marcadas para permitir o atendimento dos casos urgentes provocados pelas enchentes. Além disso, serão disponibilizados leitos para internação e profissionais de saúde para auxiliar in loco no atendimento das cidades atingidas.
Em Teresópolis, que teve o centro da cidade preservado, a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade voltou a funcionar, após falta de energia. Hospitais Filantrópicos que atendem a região terão incremento financeiro para ampliar atendimento. Ainda segundo comunicado do Ministério, a definição e a solicitação do valor adicional será feita pelo Governo do Estado, nesta quinta-feira (13).
Em Nova Friburgo, a cidade foi tomada pela enchente. Foi acertado que um hospital de campanha será montado pelo governo estadual. O Ministério da Saúde participará do financiamento do custeio da operação, que será definido e solicitado pelo Governo do Estado também nesta quinta-feira (13).

Fonte: Saúde Business Web