segunda-feira, 11 de agosto de 2014

“Oásis de excelência”: unidade administrada pela Pró-Saúde é capa da Veja



Referência em atendimento e pesquisa científica, o Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer, no Rio Janeiro, é a matéria de capa da revista Veja Rio desta semana.

O IECPN é uma das unidades administradas pela Pró-Saúde, entidade filantrópica responsável por mais de 2.650 leitos em todas as regiões do País. Segundo a matéria divulgada, o Complexo do Cérebro é uma instituição modelar, onde a decoração caprichada divide espaço com equipamentos de alta tecnologia e instalações que não existem nem mesmo nas unidades particulares da cidade.

A Veja Rio se referiu à unidade como um “oásis de excelência”, que propõe a ser mais que uma casa de saúde. O objetivo é agregar a pesquisa científica ao atendimento à população e também funcionar como um núcleo de formação de jovens médicos. 

Com 44 leitos de UTI e nove ambulatórios, o com­plexo conta com 523 funcionários, sendo 180 deles médicos de variadas especialidades, além de enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

HRBA participa da 12ª Edição do Projeto Viva a Vida em Santarém


Teve início nesta sexta-feira, 1º de agosto, em Santarém, região Oeste do Pará, a 12ª edição do Projeto Viva a Vida, do Sistema Tapajós de Comunicação, que durante o mês de agosto cumpre o objetivo de levar ações de cidadania, justiça, educação e saúde à população menos assistida. Como faz há anos, o Hospital Regional do Baixo Amazonas novamente renovou a parceria e desenvolveu seu compromisso social de prestar atendimento médico, assistência nutricional e oferecer exames e palestras à população que prestigia o projeto.

Nesta edição serão realizadas dez ações, que contemplarão 14 bairros e três comunidades da região do Eixo Forte, um dos principais pólos produtores agrícolas com forte influência na agricultura familiar e de subsistência, além do recém criado município de Mojuí dos Campos. Entre os bairros atendidos estão: Área Verde, Uruará, São José Operário, Grande Área do Maicá (Maicá, Perola do Maicá), Laguinho, Liberdade, Santa Clara, Grande Área do Santarenzinho, (Santarenzinho, Maracanã, Amparo, Conquista, Novo Horizonte), Caranazal e as comunidades de São Brás, Iruruma e Cucurunã.

Entre os serviços ofertados pelo Hospital Regional, administrado pela Pró-Saúde, estão atendimentos médicos, avaliação nutricional, verificação de Índice de Massa Corpórea (IMC), aferição de pressão arterial, atendimento fisioterápico, palestras e realização in loco de exames cardíaco (eletrocardiograma).  O diretor geral do HRBA, Hebert Moreschi, frisou que entre as ações extra-muro realizadas ao longo do ano, o Viva a Vida faz parte do calendário de ações sociais do HRBA.  'Esse projeto resgata a cidadania de muitas comunidades que têm dificuldades de acesso a muitos serviços. Cidadania é sinônimo de inclusão na sociedade porque reduz a possibilidade das drogas, da violência e do desrespeito à vida', conclui Hebert.
O PROGRAMA
O “Viva a Vida” é um projeto social realizado na área urbana e em comunidades periféricas que visa, principalmente, levar cidadania a população carente. Em 12 anos de realização, o projeto já levou mais de 65 mil atendimentos aos mais diferentes bairros da cidade e também comunidades distantes como Alter do Chão, Boa Esperança, entre outras, que recebem ações de lazer, saúde, emissão de documentos como RG e Cartão SUS, além de palestras educativas que contribuem para a sensibilização da população para assuntos polêmicos como o envolvimento com as drogas.








Pró-Saúde é destaque na Revista Veja por excelência no atendimento neurológico pelo SUS

Um oásis de excelência

Com 1 000 cirurgias realizadas em um ano de funcionamento, o Instituto Estadual do Cérebro torna-se um exemplo de qualidade na combalida rede pública de saúde

por Carolina Barbosa | 30 de Julho de 2014
Foi preciso coragem para a universitária Ana Carina Tauche sentar-se no banco junto ao piano de cauda. Afinal, tratava-se de uma área pública, com aquele típico vaivém de pessoas. Estudante autodidata de música, ela só havia tocado em teclados elétricos, bem diferentes do instrumento estupendo que tinha à sua frente. Assim que os primeiros acordes tomaram o salão, os transeuntes diminuíram o passo e pararam para ver a apresentação. Ana Carina tocou cinco canções, todas elas hinos religiosos da igreja evangélica que frequenta em Campo Grande, na Zona Oeste. Ao terminar, foi aplaudida pela pequena plateia formada principalmente por médicos e enfermeiros. A performance aconteceu no saguão de um hospital, mais precisamente no Instituto Estadual do Cérebro, dez dias depois que a jovem teve removido do cerebelo um tumor benigno do tamanho de um limão. "Foi uma cirurgia complexa, e fiquei muito preocupada com a minha recuperação. Ao tocar ali, no próprio hospital onde fui operada, percebi que não teria sequelas e que minha coordenação motora estava intacta", diz a estudante de 19 anos, cuja cabeleira esconde a cicatriz de um palmo na nuca.
Sob vários aspectos, o Instituto Estadual do Cérebro destoa do estereótipo de um hospital público carioca — o piano no saguão é apenas um deles. Instalado no prédio de quatro andares que sediava o antigo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro, o IEC acolhe pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que sofrem de doenças ligadas ao sistema nervoso e precisam passar por cirurgia. São pessoas acometidas por aneurisma, tumor, AVC, Parkinson ou epilepsia e que necessitam de intervenções complicadas. Para a tarefa, o complexo dispõe de 44 leitos de UTI, nove ambulatórios e 523 funcionários, sendo 180 deles médicos de variadas especialidades. Na lista há ainda enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos. Há duas semanas, essa equipe comemorou um feito notável: a realização da milésima cirurgia, uma operação que removeu um tumor da cabeça da empregada doméstica Pedrolina Macedo Freitas, de 45 anos. Maranhense e moradora de Seropédica, ela estava perdendo a visão e a audição em decorrência do problema. "Sinto que nasci de novo. Nem acredito que estou enxergando e ouvindo tudo outra vez", diz Pedrolina, que teve alta na última segunda-feira (21).
A paciente número 1 000 do IEC foi operada pelo carioca Paulo Niemeyer Filho, de 62 anos de idade e quase quatro décadas de neurocirurgia. Diretor médico do hospital e um dos nomes mais importantes da especialidade no país, ele é herdeiro de um dos pioneiros do ramo, o médico Paulo Niemeyer (1914-2004), cujo nome foi incorporado à denominação oficial do instituto. Apesar da agenda carregada em seu consultório, na Gávea, ele conseguiu acompanhar de perto todas as etapas do projeto, que custou 80 milhões de reais. Percorreu alguns locais similares mundo afora e visitou quase que diariamente as obras. Nasceu assim uma instituição modelar, onde a decoração caprichada divide espaço com equipamentos de alta tecnologia e instalações que não existem nem mesmo nas unidades particulares da cidade. Entre elas está a chamada sala híbrida, que dispõe de um aparelho de ressonância magnética dentro do centro cirúrgico. Quando o médico precisa saber a real extensão de um tumor durante a operação, ele desliza a cama com o paciente por um trilho até o equipamento de imagem. Cada uma das quatro salas de cirurgia do complexo é dotada ainda de um neuronavegador, aparelho capaz de fazer uma leitura tridimensional do cérebro e indicar com precisão milimétrica o local afetado. "São instrumentos complementares e de grande valia. A ressonância mostra a imagem detalhada da lesão, e o neuronavegador aponta o melhor caminho para chegar lá", diz Paulo Niemeyer Filho. Como o próprio nome revela, o Instituto Estadual do Cérebro se propõe a ser mais que uma casa de saúde. A ideia é que agregue a pesquisa científica ao atendimento à população e também funcione como um núcleo de formação de jovens médicos. Diariamente, a equipe se reúne para debater o prognóstico dos pacientes e detalhar as técnicas empregadas nos tratamentos. Em alguns casos, as abordagens acabam estabelecendo parâmetros até então desconhecidos pela literatura médica. Foi o que aconteceu com um bebê de 20 dias, atendido pelo médico Daniel Cavalcanti. A criança foi transferida com um quadro de convulsão, mas na verdade era vítima de um aneurisma do tamanho de uma bola de gude que havia provocado uma hemorragia. Após uma intervenção delicada e de elevado risco, a lesão foi tratada, e hoje o pequenino está em franco processo de recuperação. "Foi uma tensão muito grande, pois um sangramento costuma ser fatal em um recém-nascido", lembra Cavalcanti. "Não encontrei registros de um paciente tão novo com esse tipo de problema", relata.
Há pelo menos 200 anos os cientistas se dedicam a desvendar o intrincado mecanismo de funcionamento do cérebro, uma complexa estrutura que envolve a interação de 100 bilhões de neurônios. Avanços significativos no terreno da neurocirurgia remetem ao primeiro quarto do século XX, sobretudo após o fim da I Guerra Mundial, quando as batalhas deixaram um grande número de soldados com traumatismo craniano. Vistas como último recurso, as cirurgias passaram a ser praticadas em larga escala, o que contribuiu para seu desenvolvimento. Na virada das décadas de 60 para 70, o uso de microscópios potentes e a implantação dos centros de terapia intensiva melhoraram consideravelmente os resultados das intervenções. Outro grande salto nessa época ocorreu graças ao desenvolvimento da tomografia computadorizada, que permitiu a visualização do cérebro em detalhes. Desde então, o aprimoramento dos aparatos tecnológicos vem possibilitando um número cada vez maior de cirurgias minimamente invasivas. "No futuro, a tendência é que a operação com a cabeça aberta fique restrita apenas aos casos de traumatismo", aposta o neurocirurgião Vinícius Mansur Zogbi, membro da equipe do IEC.

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No instituto carioca, os procedimentos são executados em conformidade com os mais recentes protocolos internacionais. Nessa lista se inclui a estimulação cerebral profunda, que atenua os sintomas da doença de Parkinson por meio da implantação de um eletrodo no cérebro. O objetivo é regular a atividade encefálica, numa dinâmica semelhante à do marca-passo cardíaco. "Conheci o hospital em uma visita ao Brasil e fiquei impressionado com o gabarito do staff e a tecnologia usada. Tenho certeza de que logo ele será reconhecido internacionalmente como um centro de excelência", disse a VEJA RIO o neurocirurgião Robert Spetzler, diretor do Barrow Neurological Institute, no Arizona (EUA), um dos centros médicos mais importantes do mundo em pesquisa e tratamento de lesões neurológicas.
A impressão positiva do especialista é compartilhada pelos pacientes que se tratam ali e por seus familiares. Em junho do ano passado, o ortopedista Ricardo Steiner sentiu que estava perdendo a visão periférica. Recebeu o diagnóstico de que um tumor comprimia seus nervos ópticos e foi aconselhado a se submeter a uma operação para que o quadro não se agravasse. Mas antes ele precisaria cumprir o período de carência de seu plano de saúde. A solução, então, foi recorrer ao IEC. "Nunca tinha usado o sistema público de saúde nem para consultas", confessa o médico, morador da Barra, hoje com a visão restabelecida. Outro caso bem-sucedido é o da menina Maria Clara Araújo, de 10 anos. Portadora de uma displasia no córtex desde bebê, ela chegava a ter mais de vinte convulsões por dia. Depois de uma via-crúcis por hospitais públicos do Rio, seus pais conseguiram interná-la no instituto, onde se submeteu a uma cirurgia, que obteve um resultado além do esperado. "Ela nunca mais teve crises", diz o pai, o entregador Alex de Oliveira Araújo, que mora com a família no Complexo da Maré. Histórias como essas devem se tornar ainda mais comuns em breve. No início do mês, foi concluída a concorrência para a construção de um anexo ao lado da sede. Com investimento de quase 50 milhões de reais, o prédio terá doze andares, UTI pediátrica, 135 leitos de enfermaria, laboratórios de pesquisa e um centro de reabilitação. A previsão é que, quando a nova ala entrar em atividade, em 2016, as cirurgias passem de cinco para dez por dia. "Espero que esse lugar seja um motivo de orgulho para os cariocas", diz Niemeyer. Em apenas um ano, o IEC já se tornou, no mínimo, um oásis de qualidade em nossa combalida saúde pública. 

 http://vejario.abril.com.br/edicao-da-semana/instituto-estadual-cerebro-paulo-niemeyer-hospital-rj-792156.shtml


terça-feira, 22 de julho de 2014

HRBA recebe velejadora sueca para palestra 'O impossível é um fantasma em sua mente”



Na sexta-feira, 18, o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA) recebeu a fisioterapeuta sueca Eva Kullgrer para ministrar uma palestra motivacional, aos colaboradores e pacientes em tratamento do Câncer, denominada 'O impossível é um fantasma em sua mente”. A palestra aconteceu no auditório do HRBA, às 8h30, e teve duração de aproximadamente 1h30, período em que todos puderam conhecer um pouco sobre a vida da fisioterapeuta sueca, que após completar 51 anos resolveu realizar um sonho de infância: velejar. Porém, sua paixão ganhou novos rumos, atravessando o Atlântico e passando por 19 países.



Uma viagem que iniciou há 4 anos, em agosto de 2010, no pequeno veleiro feito de fibra e madeira denominado de Olina, uma homenagem aos filhos Oliver e Ina. Em sua bagagem, a velejadora acumula histórias interessantes de sua passagem por 19 países e também, a travessia do Atlântico. “Quando planejei a viagem, jamais pensei que iria aparecer um câncer. Mas, a vida é assim, cheia de surpresas e desafios para vencer. Os médicos falam que o câncer é traidor. Eu não estarei plenamente curada antes de cinco anos. Todos os anos eu faço a revisão buscando novos nódulos e permaneço tomando a medicação”, falou Eva.


Sua palestra é baseada em suas vivências. Histórias de coragem, disciplina e determinação de alguém que dedicou a vida ao trabalho e família, que sofreu a dor do fim de um casamento e teve que buscar forças para enfrentar um câncer, uma história real de superação. “Você pode vencer e seguir! Só porque um médico diagnosticou um câncer não significa que será o final da vida. Nos primeiros dias você chora muito. Após esse primeiro tempo, você observa que pode vencer e seguir fazendo uma vida mais ou menos normal. Agora eu quero compartilhar minha história com outras pessoas para que elas realizem seus sonhos. Eu penso que estou curada. Há diferentes formas de se ver a vida”, complementou a velejadora, que segue só em sua viagem.


O diretor técnico do HRBA, Dr. Erik Jennings, explicou que o papel do hospital não é só tratar a doença, é também levar aos nossos pacientes uma força interior para que eles possam saber que é possível vencer essa doença. O objetivo da palestra foi promover a motivação, tanto em colaboradores quanto em pacientes do HRBA. “É importante mostrar o exemplo dela que durante a viagem descobriu um câncer, se tratou e até hoje toma medicação para o controle do câncer, velejando o mundo inteiro, atravessando o Atlântico sozinha em um barco de pouco mais de 8m. Essa mensagem que ela trouxe foi importante para os nossos funcionários e os nossos pacientes que lidam com o câncer, e também pra nós como pessoas pra sabermos que é possível vencer os desafios”, declarou o diretor técnico.


Atualmente, o HRBA é reconhecido como um centro de referência em oncologia. A realização de palestras motivacionais e ações voltadas para os aspectos psicológicos do tratamento também fazem parte da rotina de colaboradores e usuários. “Nós somos um hospital referência no tratamento oncológico e ela (Eva) é um bom exemplo, pois mostra que o câncer não é o fim. É uma etapa difícil, mas existe vida após tratamento do câncer. Hoje, trouxemos esta palestra que foi muito proveitosa para todos nós, que nos acomodamos ao invés de reagirmos e batalharmos perante os desafios da vida”, disse o diretor geral, Hebert Moreschi.


Moreschi também citou o trabalho desenvolvido por toda a equipe de Oncologia do HRBA, que com pouco mais de 5 anos já é uma referência em toda Região Norte do País, graças ao projeto do Governo do Estado de descentralização da saúde de alta complexidade. “Nós temos um serviço completo de oncologia no HRBA, tanto na assistência cirúrgica quanto na clínica, com radioterapia, quimioterapia e inúmeras possibilidades de tratamento. Hoje, somos uma referência para o Oeste do Pará e outros estados da Região Norte”, finalizou. 



quarta-feira, 16 de julho de 2014

HRBA participa de ação alusiva ao Dia do Homem



Na manhã da terça-feira, 15 de julho, Dia do Homem, o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), por meio da empresa parceira Life Care, Serviço de Oncologia e Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP), participou de uma programação que uniu cuidados estéticos e prevenção de doenças relacionadas ao sedentarismo e a hipertensão. A programação iniciou às 8h30min no Complexo Alimentício do Mercadão 2000, um dos mais movimentados de Santarém, onde foram disponibilizados a população cortes de cabelo, limpeza de pele, maquilagem, verificação de pressão arterial e orientações de saúde sobre as doenças renais, diabetes e hipertensão.

De acordo com a pedagoga da empresa Agiliza Marketing, Ester Vinente, a ideia foi promover uma interação entre os novos profissionais da beleza e a comunidade, disponibilizando serviços gratuitos de beleza aprendidos ao longo dos últimos seis meses. “Hoje é o encerramento do nosso curso de cabeleireiro e também de maquiagem. Nós aproveitamos por ser o dia dos homens para disponibilizar este momento de cuidado com a aparência e com  a saúde, não só para os homens, mais para a população que frequenta este complexo”, declarou a pedagoga.

De acordo com a enfermeira nefrologista da Life Care, Sílvia Somera, é importante que a população adote hábitos saudáveis como forma de prevenir  o diabetes e a hipertensão, além das cardiopatias e doenças renais. “Essa é uma campanha de prevenção a algumas doenças silenciosas. Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, uma em cada dez pessoas tem problemas renais e não sabe. Então, nós vemos a importância de prevenir algumas doenças”, informou a enfermeira que falou sobre a necessidade de ingerir bastante liquido, principalmente água, fazer exercícios físicos leves, como caminhadas, controlar a pressão arterial e ingerir alimentos naturais, como frutas, sucos e alimentos com pouco açúcar.

Sobre a saúde do homem, o médico urologista Alberto Mariano falou sobre a importância da realização de exames preventivos. “Nós temos que lembrar que o homem tem que fazer seu preventivo. Assim como as mulheres fazem periodicamente os exames de colo de útero e mama, o homem tem que prevenir o câncer de próstata e de pênis que vem crescendo nos últimos anos e alertamos que o homem faça seus exames para que não seja surpreendido”, ressaltou o médico após citar a necessidade do diagnóstico precoce.

Segundo o médico, em média são realizadas no HRBA de duas a três cirurgias desta patologia por semana e o ideal é que os homens com idade a partir de 40 anos façam os exames preventivos. O Diretor Geral do HRBA, Hebert Moreschi, ressaltou a importância desse tipo de ação. “O HRBA é um hospital que presta assistência de média e alta complexidade. Mas, a melhor forma de investirmos em nossa saúde é a prevenção. Por isso, é extremamente importante que nossos profissionais estejam próximos à população disseminando informações fundamentais para a promoção de hábitos saudáveis que evitam futuras internações”, concluiu Hebert.






terça-feira, 8 de julho de 2014

HRBA recebe recomendação para manutenção do Nível II da ONA

Após uma semana da chegada dos avaliadores da Fundação Vanzolini, entidade credenciada pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), ao Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA) aconteceu na quinta-feira, 3 de julho, no auditório do hospital, a divulgação do resultado da avaliação realizada por meio de auditorias nas diversas áreas assistenciais, de apoio e administrativas que prestam serviços de saúde aos Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O processo foi iniciado em 2012, época em que o HRBA conquistou a certificação ONA I. Em outubro de 2013, apresentou um significativo crescimento e evolução de serviços, conquistando a ONA II e neste ano, 2014, conseguiu a recomendação de manutenção da Acreditação Plena em qualidade e segurança do paciente. “Nestas duas etapas conseguimos mostrar a competência de nossa equipe e a qualidade de nossos serviços. Agora o trabalho estará todo voltado para a conquista da ONA III, onde mostraremos um serviço de saúde voltado para a excelência em gestão e com foco único na prestação de um serviço de qualidade e segurança para todos os usuários do HRBA”, declarou a Assessora de Qualidade do HRBA, Veruska Ramalheiro.

O Diretor Geral do HRBA, Hebert Moreschi, explicou que a Organização Nacional de Acreditação realiza uma analise minuciosa de todas as ações desenvolvidas dentro de uma unidade de saúde. “Esse é um sistema de avaliação com critérios extremamente rigorosos em que os avaliadores auditam todo o atendimento hospitalar, observando o cumprimento dos aspectos voltados
a legislação, e principalmente, se é um hospital que presta serviços de saúde de qualidade e segurança para seus usuários”.

Em todo o país, de um universo de aproximadamente 7 mil unidades hospitalares, apenas cerca de 200 possuem o selo da Acreditação. “Este selo possui três níveis. Nós já conquistamos há dois anos o nível I, ano passado conquistamos o nível II e agora trabalharemos para consolidar ainda mais nosso processo de melhoria contínua, atingirmos a nossa maturidade organizacional e buscarmos a certificação nível III. Com a competência e o comprometimento de nossa equipe tenho a certeza que conseguiremos atingir mais essa meta e quem ganha com isso é a População do Oeste do Pará”, concluiu Moreschi.