segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Homens com Diabetes poderão produzir insulina a partir das células produtoras de espermatozóides

Homens com Diabetes Tipo 1, podem ser capazes de desenvolver suas próprias células produtoras de insulina a partir de seu tecido testicular.
A descoberta, feita a partir de experimentos de laboratório e de testes com animais, foi feita por médicos da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos.
O estudo é uma prova de princípio de que as células-tronco espermatogônias (SSC – spermatogonial stem cells), extraídas do tecido testicular podem se transformar nas células ilhotas beta, secretoras de insulina, normalmente encontradas no pâncreas.
Sem genes extras
Segundo os pesquisadores, eles conseguiram o feito sem utilizar quaisquer genes extras, atualmente empregados na maioria dos laboratórios para transformar células-tronco adultas em um tecido específico.
"Nenhuma célula-tronco adulta ou embrionária foi induzida a secretar insulina em quantidade suficiente para curar a diabetes em seres humanos, mas sabemos que as SSCs têm o potencial para fazer o que nós queremos que elas façam, e nós sabemos como melhorar seu rendimento,” afirma o Dr. Ian Gallicano, principal autor do estudo.
Em vez de utilizar células-tronco induzidas (IPS), os pesquisadores recorreram a uma fonte prontamente disponível de células – tronco, as SSCs, que são precursoras das células do esperma. Eles obtiveram as células de doadores de órgãos já falecidos.
Como as SSCs já têm os genes necessários para se tornarem células-tronco embrionárias não são necessárias adicionar qualquer gene novo para persuadi-las a se transformar em células progenitoras.
“Nós descobrimos que, uma vez que você tira essas células dos testículos, elas ficam confusas, e formam todas as três camadas embrionárias em algumas semanas,” diz o pesquisador. “Elas são células-tronco pluripotentes verdadeiras.”
Cultivando o próprio transplante
A equipe usou 1 grama de tecido de testículos humanos para produzir cerca de 1 milhão de células-tronco em laboratório. Essas células apresentaram vários dos marcadores biológicos que caracterizam as células das ilhotas beta normais.
A seguir, eles transplantaram essas células em camundongos diabéticos imunologicamente deficientes. O resultado foi uma diminuição dos níveis de glicose nos animais que durou aproximadamente uma semana – demonstrando que as células estavam produzindo insulina suficiente para reduzir a hiperglicemia.
Embora o efeito tenha durado apenas uma semana, Gallicano afirma que novas pesquisas têm demonstrado que esse desempenho pode ser substancialmente aumentado.
Algo que poderá, no futuro, tornar-se uma espécie de técnica para que “cada homem cresça seu próprio transplante.”

Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Manaus: Guia orienta população sobre superlotação em hospitais

A Secretaria de Estado de Saúde de Manaus (AM) criou um guia para orientar a população quanto à utilização das unidades de saúde em casos específicos. O material distribuído a taxistas e nas unidades de saúde tem o objetivo de evitar a superlotação além de otimizar o atendimento em prontos-socorros.
De acordo com a secretaria, boa parte da população desconhece os tipos de serviço que cada unidade de saúde oferece. Segundo a diretora clínica do Pronto Socorro 28 de Agosto, Elizabeth Barros, a unidade sofre, atualmente, com uma descaracterização dos serviços, pois, a população está condicionada a procurar o pronto socorro para os mais diversos tipos de atendimento médico.
Para não ferir a política do Sistema Único de Saúde (SUS) de oferecer atendimento igualitário a todos os cidadãos sem distinção, o corpo médico do pronto socorro não deixa de prestar o serviço, mas obedece a uma escala de gravidade.

Fonte: Saúde Business Web

Inca inaugura obra no Hospital do Câncer II


O Hospital do Câncer II, unidade do Instituto Nacional de Câncer (INCA), dedicada a tratamento dos tumores ginecológicos, inaugurou na última segunda-feira (20) novas instalações. A obra, iniciada em fevereiro, conclui o projeto de ampliação do ambulatório e abrange a farmácia, o arquivo médico, a cozinha e o refeitório da entidade. O investimento totaliza R$ 6 milhões.
O Hospital atende 200 pacientes por mês e realiza 3 mil consultas por ano. Segundo comunicado da entidade, um dos setores beneficiados pela obra, a farmácia, terá uma área mais apropriada para a divisão e distribuição dos medicamentos que serão utilizados pelas pacientes internadas.
Com a obra, cuja área total construída é de 1.486,97 m2, foram adquiridos equipamentos para melhorar a infraestrutura do prédio, como gerador de energia e sistema de climatização. Em paralelo, o INCA realizou licitação para a renovação dos equipamentos da cozinha.

Fonte: Saúde Business Web

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Nota de Condolências e Solidariedade


A Pró-Saúde, Corpo Clínico e todos os profissionais do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna, vêm a público externar sua profunda tristeza em razão do falecimento do médico cardiologista e intensivista, Lindenbergh Luiz Caldas da Silva, ocorrido ontem (21) à tarde, na cidade de Santarém (PA).
Dr. Lindenbergh fazia parte da equipe de médicos intensivistas da Unidade de Tratamento Intensivo Adulto (UTI) do HRBA.
Ao Dr. Lindenbergh fica nossa homenagem e agradecimento pela dedicação e serviços prestados à População de Santarém e Oeste do Pará.
Aos amigos e familiares, o nosso imenso pesar e solidariedade.

Santarém, 22 de dezembro de 2010.




Hebert Moreschi
Diretor Geral
Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará
Pró-Saúde

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Conheça a carreira do novo ministro da Saúde


O atual responsável pela pasta das Relações Institucionais, Alexandre Rocha Santos Padilha, é o mais jovem ministro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Com 39 anos, o médico infectologista graduado pela Universidade de Campinas (Unicamp) foi escolhido por Dilma Rousseff para permanecer no governo, à frente do Ministério da Saúde.
Pós-graduado em doenças infecciosas e parasitárias pela Universidade de São Paulo (USP), Padilha foi membro da executiva estadual do PT de São Paulo e membro da coordenação das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 e 2005.
Na juventude, o futuro ministro da Saúde participou do movimento estudantil e se orgulha ter sido um "cara pintada" na época do impeachment de Fernando Collor. Nessa ocasião, Padilha era diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE). Depois de formado, trabalhou como médico durante quatro anos na Amazônia.
No governo Lula, foi diretor nacional de Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), autarquia ligada ao Ministério da Saúde. Padilha também exerceu os cargos de chefe de gabinete da Subchefia de Assuntos Federativos da Presidência da República e de subchefe-adjunto de Assuntos Federativos da Presidência da República.
Ao coordenar a pasta de Assuntos Federativos, Padilha participou das discussões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal programa de infraestrutura do governo Lula, que foi gestado e gerenciado sob a coordenação de Dilma Rousseff.
Chegou ao cargo de ministro das Relações Institucionais de Lula contanto com o respaldo de Dilma Rousseff e do chefe de gabinete do presidente, Gilberto Carvalho.

Fonte: Agência Brasil | Luciana Lima

Mortes por diabetes crescem 10% em onze anos


O diabetes está matando mais no Brasil. De 1996 a 2007, as mortes causadas pela doença cresceram 10%. Com esse aumento, os óbitos passaram de 30 para 33 por grupo de 100 mil habitantes no período, como constatou o Saúde Brasil 2009, estudo anual do Ministério da Saúde.
Os números vão no caminho contrário de outras doenças crônicas não transmissíveis, que apresentam tendência de queda. O estudo do ministério apontou redução de 17% nas mortes causadas por doenças crônicas, que fez mais de 705 mil vítimas somente em 2007. A queda foi de 569 para 475 óbitos por 100 mil pessoas.
A maior redução foi identificada nos problemas respiratórios, como enfisema e asma, 33%. As mortes por doenças cardiovasculares apresentaram queda de 26%. Para o governo federal, o crescimento das mortes por diabetes tipo 2, a mais comum, está relacionado ao sobrepeso na maior parte da população. Dados de vigilância em saúde do ministério, divulgados este ano, revelaram que quase metade dos brasileiros está acima do peso. A incidência da obesidade na população subiu de 11,4%, em 2006, para 13,9%, em 2008.
A publicação Saúde Brasil identificou grande prevalência das mortes por diabetes na Região Nordeste. Em Alagoas, por exemplo, a média foi de 56 mortes por 100 mil habitantes no ano de 2007, contra proporção de 26 por 100 mil, no estado de São Paulo.
Em 2007, as doenças crônicas responderam por 67,3% das mortes, sendo 29,4% as cardiovasculares e 15,1%, os cânceres. Em quarto lugar, está o diabetes com 4,6%.

Fonte: Agência Brasil | Carolina Pimentel

Brasil: Mortalidade materna e infantil diminuem


A pesquisa Saúde Brasil 2009 mostra redução nas taxas de mortalidade materna e infantil no país. A diminuição dessas taxas está entre as metas do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas para serem atingidas em 2015.
De acordo com o estudo anual do Ministério da Saúde, publicado no último dia 14, todas as causas de mortes de gestantes apresentaram queda de 1990 a 2007, como hipertensão (63%), hemorragia (58%) e aborto (80%). Com isso, a taxa de mortalidade materna passou de 140 a cada 100 mil bebês nascidos vivos, na década de 90, para 75, em 2007.
A trajetória de queda brasileira foi maior de 1990 a 2001. De 2002 a 2007, tem variado de 72 a 75 mortes por 100 mil nascidos vivos.
O ministério atribui a tendência de redução da mortalidade materna à ampliação do acesso aos serviços médicos antes, durante e após o parto. Atualmente, 98% dos partos são feitos em hospitais e 89% por médicos. Quase 90% das grávidas realizam, no mínimo, quatro consultas do pré-natal no Sistema Único de Saúde (SUS). A meta da ODM é de 35 óbitos por grupo de 100 mil nascidos vivos.
Em relação à mortalidade na infância, a taxa nacional diminuiu 57,6%, de 1990 a 2008, entre crianças com menos de 5 anos e passou de 53,7 para 22,8 por mil nascidos vivos. A meta estabelecida pelas Nações Unidas é de 17,9 mortes por mil nascidos vivos. O Brasil prevê cumprir o objetivo em 2012.
Segundo a publicação Saúde Brasil, o Nordeste apresentou a maior redução da mortalidade infantil no período, 65%. Mas o índice da região está acima do nacional, 32,8 mortes para cada mil nascidos vivos.


Fonte: Saúde Business Web

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Hospital Dr. Luiz Camargo é contemplado com o Prêmio Hospital Best 2010




O Hospital Dr. Luiz Camargo da Fonseca, administrado pela Pró-Saúde desde de 2003, através de contrato de gestão junto a Prefeitura Municipal de Cubatão, foi contemplado com o Prêmio Hospital Best 2010, na categoria Melhor Hospital da Baixada Santista, promovido pela Associação Brasileira de Marketing em Saúde (ABMS), a Revista SaúdeBest e a Editora Exímia Comunicação.
O evento aconteceu no último dia 15 de dezembro em São Paulo, onde estiveram presentes diversas autoridades da região e do Brasil, bem como a Prefeita de Cubatão, Sra. Márcia Rosa Mendonça Silva, e demais autoridades do governo. A celebração desta conquista consolida o reconhecimento de uma gestão profissional, com ética, comprometimento e responsabilidade social. 

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Hospital Regional apresenta nova Diretora Administrativo-Financeira


 Na última terça-feira (14), o Diretor Geral do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna, Hebert Moreschi, fez a apresentação da Bacharelada em Economia, com especialização em Administração Hospitalar e MBA em Estratégia de Negócios, Meredith Correia de Barcelos, para assumir a Direção Administrativo-Financeira do HRBA.
Meredith Barcelos possui atuação de 20 anos no segmento hospitalar, iniciando sua carreira no Hospital Municipal de Americana (SP), onde atuou em diversas áreas, sempre focada na administração, suprimentos, custos e gestão financeira. Em 2005, foi nomeada pelo Prefeito de Americana, Dr. Erick Hetzel Junior, como Diretora do Fundo Municipal da Cidade. Em 2007, foi convidada a participar da implantação da primeira Clínica de Cirurgia Cardíaca em Angola (África), onde atuou como Diretora Administrativo-Financeira. Nesse projeto participou em todas suas as fases, incluindo o planejamento, implantação e operacionalização das atividades, atuando até 2009.
Para a nova Diretora Administrativo-Financeira, a expectativa em trabalhar na Amazônia e em um Hospital como o HRBA é a melhor possível. “Esse é um dos Hospitais mais bonitos que já conheci, além de ser muito bem organizado. Estou tomando conhecimento dos processos internos, mas já estou gostando do desafio”, ressalta Meredith Barcelos.
A economista veio para substituir o Administrador Hospitalar, Sr. José Vanderlei Clain Ibing que desempenhou a função desde 2008 quando a Pró-Saúde assumiu a Gestão do Hospital Regional em Santarém. O Sr. José Vanderlei, recebeu e aceitou o convite para assumir a Diretoria Administrativo-Financeira do Hospital Regional do Sudeste do Pará, em Marabá, que também é gerenciado pela Pró-Saúde.
Para Hebert Moreschi, a chegada de Meredith Barcelos representa a continuidade do bom trabalho que vem sendo realizado à frente da Direção Administrativo-Financeira do HRBA. “O Administrador José Vanderlei fez um excelente trabalho à frente da Direção Administrativo-Financeira e agora a Meredith tem o papel de dar continuidade à condução dessas atividades e, também, de implementar novas metodologias de gestão, conforme a sua experiência. É bem vinda, e toda nossa equipe deseja muito sucesso no Regional de Santarém”, conclui Hebert.

 

Governo lança site para pesquisas médicas com humanos

O Ministério da Saúde lançou nesta última quinta-feira (16) uma página na internet que permite acesso a informações sobre pesquisas clínicas com seres humanos em andamento no país. É o primeiro cadastro nacional de acesso público com dados desse tipo.
Pelo site, chamado Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (Rbec), será possível recrutar voluntários interessados em participar dos testes de novos tratamentos e remédios. Até agora, as pesquisas com seres humanos feitas no Brasil eram registradas em cadastros estrangeiros, em geral em língua inglesa, o que dificultava o acesso da população e, também, a divulgação em revistas científicas. O site do ministério é trilíngue (português, espanhol e inglês) e também permite o registro de pesquisas estrangeiras.
A iniciativa é uma parceria da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A expectativa é registrar 200 estudos por ano. O endereço do site é www.ensaiosclinicos.gov.br

Fonte: Saúde Business Web

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Hospital Regional: Diretor Geral e Coordenador do Serviço de Oncologia são homenageados com o Título “Cidadão de Santarém”

         Na manhã desta quarta-feira (15), a Câmara de Vereadores de Santarém realizou a solenidade de encerramento dos trabalhos legislativos do ano 2010 com a entrega do Título de Honra ao Mérito e de “Cidadão de Santarém” à personalidades que foram destaque, contribuíram com o desenvolvimento e melhoria da cidade de Santarém e região, neste ano.
            O Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará – Dr. Waldemar Penna, administrado pela Pró-Saúde desde 2008, teve a honra de receber dois Títulos de “Cidadão de Santarém” através do seu Diretor Geral, Hebert Moreschi e do médico Coordenador do Serviço de Oncologia do HRBA, Dr. Marcos Fortes. As honrarias foram de autoria do Vereador Gerlande Castro e Vereadora Marcela Tolentino, respectivamente.
            A solenidade contou participação da Prefeita de Santarém, Maria do Carmo Martins Lima, demais secretários municipais, autoridades regionais e dos 14 vereadores de Santarém, além de convidados e representantes da sociedade santarena.
Para o Vereador Gerlande Castro, autor da homenagem ao Diretor Geral do HRBA, o Título de “Cidadão de Santarém” foi concedido pelo seu desempenho na direção do Hospital Regional e, principalmente, pelas significativas melhorias apresentadas pelo HRBA durante a sua gestão. “Para nós, o Dr. Hebert Moreschi veio mostrar o diferencial do Hospital Regional na nossa região. Ele mudou a forma de interação com a comunidade e com as autoridades locais, se destacando pela valorização do ser humano na condução da sua gestão profissional à frente do HRBA”, destaca Gerlande.
Hebert Moreschi é administrador hospitalar da Pró-Saúde há 14 anos e já obteve reconhecimento nacional e internacional pelo trabalho que desempenhou à frente das entidades que administrou. Em janeiro de 2010, assumiu a Direção Geral do Hospital Regional do Baixo Amazonas destacando-se pela forma acessível e de fácil relacionamento com usuários, profissionais, entidades e autoridades regionais. Também deu visibilidade aos serviços prestados pelo HRBA, desenvolvendo uma gestão aberta e interativa com a Comunidade, além de promover diversas parcerias que levaram ações solidárias e de Responsabilidade Social à População Santarena. “Estou muito feliz em receber essa homenagem. A Câmara Municipal de Vereadores é a porta-voz da Sociedade Santarena. Obter esse título do Poder Legislativo significa que a População do Oeste do Pará reconhece a importância do Hospital Regional do Baixo Amazonas para toda a região. Além disso, demonstra que estamos no caminho certo para que o HRBA se consolide como uma grande estrutura hospitalar e referência regional e nacional em saúde de média e alta complexidade. Compartilho esse título com todos os nossos profissionais. Parabéns, a equipe do Hospital Regional!”, afirma Hebert.
Para Vereadora Marcela Tolentino, autora da homenagem ao Coordenador do Serviço de Oncologia do HRBA, Dr. Marcos Fortes, o Título de “Cidadão de Santarém” celebra o empenho do médico em desenvolver seu ofício de maneira exemplar. “O Marcos Fortes atende de maneira humanizada, com dignidade, competência e compromisso, através do Sistema Único de Saúde, casos delicados e complexos de oncologia. Ele foi escolhido por contribuir com o desenvolvimento da saúde na nossa região”, ressalta a vereadora.
Marcos Fortes é médico cirurgião oncológico com larga experiência em casos de alta complexidade. Atua no Hospital Regional desde 2007 desenvolvendo atividades na direção da unidade e, posteriormente, assumindo a Coordenação do Serviço de Oncologia. Para o Dr. Marcos Fortes a homenagem é muito significante por representar o reconhecimento do esforço em exercer a atividade médica, em especial a oncologia, no primeiro Serviço de Oncologia na Região Oeste do Pará. “É com muita felicidade que recebemos esta homenagem dos Vereadores, pois são eles que refletem o anseio e o pensamento da Comunidade. Portanto, eu recebo como uma homenagem da População de Santarém, porque é por ela que eu luto e foi ela que me abraçou. Agora, oficialmente, faço parte desse povo”, afirma Dr. Marcos Fortes.
“Essa homenagem e reconhecimento aumenta ainda mais a nossa responsabilidade e fortalece o nosso compromisso de fazer com que o Hospital Regional do Baixo Amazonas leve assistência médica-hospitalar resolutiva, de qualidade e segurança a toda População do Oeste do Pará”, conclui Hebert.



quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Cesarianas aumentaram quase 10 p.p. de 2000 a 2007

O número de cesarianas cresceu quase 10 pontos percentuais no país de 2000 a 2007, passando de 38% para 47%. Mulheres com mais de 12 anos de estudo são as que mais fazem a cirurgia, sobretudo nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. É o que constata a publicação Saúde Brasil 2009, lançada hoje (14) pelo Ministério da Saúde.
De acordo com o levantamento, o Sudeste concentra o maior percentual de cesáreas, que passou de 46,3%, em 2000, para 54,2%, em 2007. A menor taxa ficou com o Norte, 35,3%, em 2007.
A publicação compara o índice de recém-nascidos abaixo do peso (menos de 2,5 quilos) com o tipo de parto. As regiões com alto índice de cesáreas, Sudeste e Sul, registravam também o maior número de bebês com baixo peso, 9,2% e 8,7%, respectivamente, em 2007. Para o ministério, a relação levanta a hipótese de que a cesariana está relacionada ao alto percentual de bebês com baixo peso nessas duas regiões.
Os dados reforçam a alta prevalência das cesarianas ante o parto normal no Brasil. De acordo com dados divulgados em 2008 pelo governo federal, as cesáreas somavam 43% dos partos feitos no país em 2006. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a cirurgia represente, no máximo, 15% dos partos.
De acordo com a pesquisa Saúde Brasil, o país reduziu em quase 10% o número de nascimentos, de 2000 a 2008. Foram 3,2 milhões, em 2000, contra 2,9 milhões, em 2008.
A Região Norte foi a única a registrar aumento no número de nascimentos, equivalente a 8,2%. Para o ministério, o crescimento é resultado da ampliação do sistema que verifica a taxa de natalidade no país. A maior queda foi constatada no Sul, 17,7%.
Conforme o levantamento, diminuiu o grupo de mães adolescentes nesse período. Na faixa etária de 15 a 24 anos, a queda foi de quase 93%. Mais da metade dos partos de meninas nessa faixa etária ocorreram nas regiões Norte e Nordeste. Entre as mulheres de 25 a 44 anos, o Sudeste tem maior concentração de partos.
A idade média das mães brasileiras também subiu, de 25,1 anos, em 2000, para 25,7, em 2007.
A publicação Saúde Brasil é lançada anualmente. Esta é a sexta edição com indicadores sobre a saúde do brasileiro. Foi produzida por especialistas do ministério, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da Secretaria de Saúde de São Paulo e de seis universidades públicas.

Fonte: Agência Brasil | Carolina Pimentel

Ministério lança cartilha sobre uso racional de remédios

O Ministério da Saúde lançou na última terça-feira (14) a segunda edição do manual para o uso racional de 343 medicamentos, que estão entre os mais consumidos em todo o país. Todos estão disponíveis na rede pública, como antibióticos, anti-inflamatórios e remédios contra hipertensão e diabetes.
O Formulário Terapêutico Nacional 2010 orienta médicos e outros profissionais sobre cuidados com prescrição, contraindicações e efeitos colaterais. Os remédios integram a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), atualizada a cada dois anos. A última versão foi publicada em maio deste ano.
De acordo com o ministério, 60 mil exemplares do manual serão distribuídos às equipes de programas governamentais de saúde e do Farmácia Popular, secretarias de estados e municípios, entidades representativas das áreas médica e farmacêutica e faculdades de farmácia.

Fonte: Saúde Business Web

Cai total de partos, especialmente entre as mais jovens

De 2000 a 2008 o total de nascimentos no Brasil apresentou uma queda de aproximadamente 10%. Essa foi uma redução verificada em quase todas as regiões brasileiras (a Norte é a única exceção) e registrada, principalmente, entre as mães mais jovens. É o que revela o capítulo Como nascem os brasileiros da publicação Saúde Brasil 2009, lançada anualmente pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde. Este ano, o Saúde Brasil apresenta os temas relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). O total de nascimentos do Brasil passou de 3,2 milhões em 2000 para 2,9 milhões em 2008 (ver tabelas 1 e 2). Queda verificada no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste brasileiros. No Norte, houve aumento de 8,2% no número de nascimentos. Mas esse crescimento pode ser atribuído à melhoria da cobertura do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) – ampliada de 88% para 92% no país como o todo – e não necessariamente a um aumento real da intensidade da natalidade no Norte. Os partos das mães mais jovens foram os que apresentaram maior redução: os grupos etários de 15 a 19 anos e de 20 a 24 concentraram 93% desta queda. No entanto, a fecundidade do país como um todo ainda é muito precoce: do total de partos registrados em 2007, 20% foram de mães com idades entre 15 e 19 anos e 29%, na faixa dos 20 aos 24. As regiões Norte e Nordeste são as que têm o maior número de partos nas faixas etárias mais jovens.
“Mas esta é uma realidade que começa a mudar. A partir de 2003, aumentou a idade média das mães no momento do parto, revertendo a tendência de aumento da fecundidade nas mulheres muito jovens observada nas décadas anteriores”, afirma o diretor do Departamento de Análise de Situação de Saúde, Otaliba Libânio Neto.
O estudo verificou um crescimento no total de partos de mães com idades entre 25 a 34 anos a partir de 2003. No ano seguinte, esse aumento migrou para as faixas etárias mais avançadas. Com isso, a idade média das mães brasileiras aumentou de 25,1 anos em 2000 para 25,7 em 2007. O fenômeno ocorre especialmente no Sul e Sudeste: onde as proporções de nascimentos de mães com idades entre 30 e 39 anos são superiores as das demais regiões do país. As taxas de fecundidade (total de filhos por mulher) também expressam as diferenças regionais.

Fonte: Agência Saúde

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Novo ministro da Saúde tem que encontrar solução para a área, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (13) que o próximo ministro da Saúde terá como tarefa de encontrar uma solução para arrecadar recursos para a área. Segundo ele, o novo ministro terá que organizar deputados e senadores em torno deste objetivo. "O presidente da República a gente já sabe quem é. Agora independentemente de quem vem a ser o ministro da Saúde, ele terá uma tarefa imensa de organizar deputados e senadores para encontrar uma forma de financiar a saúde", disse o presidente, durante cerimônia em que recebeu uma homenagem como consultor honorário da rede de reabilitação Sarah Kubitschek, em Brasília.
Durante o evento, Lula voltou a lamentar a derrubada da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), em dezembro de 2007. "Lembro da fatídica noite do fim da CPMF. Digo isso com certa mágoa. Que só existe uma explicação para terem acabado com a CPMF: Ódio, rancor e maldade. Em um ato de insanidade, em uma noite que não tem explicação, tiraram mais de 150 bilhões da saúde. Digo todo dia que não vi nenhum produto no mercado com 0,38% de desconto", disse Lula. Para o presidente, não há como melhorar a situação da área de saúde no Brasil sem um novo mecanismo de arrecadação. "Não existe hipótese de melhorar a saúde no Brasil se a gente não pensar em uma forma de arrumar dinheiro para a saúde", afirmou Lula.

Fonte: G1

Decreto presidencial institui Universidade Aberta do SUS


O decreto presidencial 7.385/2010, publicado na última quinta-feira (09), institui o sistema Universidade Aberta do SUS (UnA-SUS) - um mecanismo que propicia aos profissionais de saúde que atuam na rede pública de saúde realizar cursos de atualização profissional e até mestrados. O programa é feito por meio de tecnologias de educação a distância, evitando o deslocamento do profissional de casa.
Atualmente, participam da rede 12 universidades públicas, duas Secretarias Estaduais de Saúde (BA e MG), cinco núcleos do Telessaúde Brasil, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fiocruz. 
Desde 2008, ano de criação do UnA-SUS, foram contratados cursos para especializar mais de 23 mil profissionais em áreas prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS) - Programa Saúde da Família, Saúde Mental, Saúde Ambiental, Saúde Materno-Infantil e Gestão Participativa.
Esses trabalhadores foram capacitados por meio de uma universidade pública parceira do UnA-SUS. É esta universidade que disponibiliza o curso de educação à distância, faz a supervisão necessária e oferece o certificado educacional.
Ainda de acordo com o comunicado do Ministério, o UnA-SUS possibilita que cada instituição contribua com suas potencialidades, sendo estruturado em quatro eixos: produção de conhecimento, cooperação em tecnologias educacionais, apoio tutorial a aprendizagem e certificação educacional. O trabalho se dá por meio da formulação de materiais instrucionais, que é feita em espaços virtuais e presenciais colaborativos, unindo esforços das entidades nacionais, universidades e associações profissionais e científicas.
Com o decreto presidencial, todo material desenvolvido passa a ser de livre acesso às instituições e estudantes interessados, por meio de bibliotecas virtuais e de outras mídias (CDs, DVDs, impressos).

Fonte: Saúde Business Web

Orçamento aprova recursos de R$ 70,9 bilhões para saúde


A Comissão Mista de Orçamento aprovou na última quarta-feira (08) o orçamento do Ministério da Saúde para 2011, com ampliação dos recursos para ações e serviços do setor. O relatório setorial do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) para a área elevou a dotação em 3,3%, passando de R$ 68,6 bilhões para R$ 70,9 bilhões. O número é R$ 2,6 bilhões superior ao mínimo que a Constituição determina para gastos em ações e serviços de saúde.
O aumento em relação ao valor inscrito na proposta original do orçamento (PLN 59/10) decorreu, segundo o senador, do atendimento de emendas individuais e do parecer preliminar, que separou R$ 1,05 bilhão do primeiro acréscimo da receita para reduzir as desigualdades nos repasses do Ministério da Saúde para os estados.
Parte destes recursos (R$ 757,6 milhões), segundo informou a Agência Câmara, foi usada pelo senador para melhorar o valor por habitante que será transferido para os Estados para ações de média a alta complexidade ambulatorial (MAC, no jargão técnico). O MAC é um dos principais programas do Ministério e destina recursos para os hospitais conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS), em procedimentos como cirurgias, consultas especializadas, exames e terapias.
A proposta do Executivo reservava para os Estados uma média de R$ 150,27 por habitante, com um teto de R$ 187,41 para o Mato Grosso do Sul e R$ 110,76 para o Pará. Com o aporte feito pelo senador, a média nacional subiu para R$ 154,15, sendo que o menor valor per capita por Estado ficou em R$ 142,74. A nova média é 14,1% superior ao autorizado para este ano (R$ 135,04).
Segundo o relator, o aporte de recursos privilegia os Estados com maior dependência do SUS, em detrimento dos que possuem melhor cobertura de planos de saúde. Flexa Ribeiro também elevou a média de recursos per capita para o Piso de Atenção Básica (PAB), que financia a municipalização da saúde no País. A média geral prevista no texto orçamentário é de R$ 21,54 por habitante. O parecer setorial elevou-a para R$ 23,04. Com as mudanças, o orçamento geral do Ministério da Saúde subiu de R$ 74,2 bilhões para 75,6 bilhões. Relatórios aprovados.

Fonte: Saúde Business Web

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Hospital Regional participa de inauguração da Unidade Fluvial de Saúde da Família

Solenidade de lançamento do USFF

O Hospital Regional do Baixo Amazonas - Dr. Waldemar Penna, representado pelo Diretor Geral, Hebert Moreschi, e pelo Diretor Técnico, Dr. João Batista, prestigiou o evento de lançamento da primeira Unidade de Saúde da Família Fluvial (USFF) do Brasil.
Autoridades no lançamento da Unidade de Saúde
da Família Fluvial
A solenidade de inauguração ocorreu no último dia 7 de deste mês, na própria embarcação, que foi atracada próximo ao Terminal Turístico de Santarém. O projeto pioneiro funcionará no Navio Abaré, da ONG Saúde & Alegria e abrangerá três municípios da Região Oeste do Pará: Santarém, Belterra e Aveiro. A cada 40 dias, a embarcação aportará o revezamento entre os municípios.
Participaram da solenidade, a Prefeita de Santarém, Maria do Carmo Martins, o Vice-Prefeito; José Antônio Rocha, o Prefeito de Belterra, Geraldo Pastana; o enfermeiro Marco Aurélio, representante da Prefeitura de Aveiro; a Presidente do Conselho Municipal de Saúde de Santarém, Maria das Dores Colares; Eugênio Scanavino, Coordenador Geral do Projeto Saúde & Alegria; Cristianne Haraki, representante nacional da ONG holandesa TDH, que financia o Abaré e a médica Claunara Schillig Mendonça, Diretora do Departamento da Atenção Básica do Ministério da Saúde.
Prefeita de Santarém e autoridades de saúde
Durante o uso da palavra, a prefeita santarena, Maria do Carmo Martins, destacou a importância dos serviços prestados pelas organizações não-governamentais como o Projeto Saúde & Alegria. Ao longo do discurso, a autoridade ainda lembrou que o mercado de trabalho da região no campo da saúde, em médio prazo, será suprido com a primeira turma de médicos formados pela UEPA, Campus de Santarém. “Já temos implantado em Santarém, na UEPA, o curso de medicina, funcionando a cerca de 4 anos que atenderá tanto aos serviços de baixa e média complexidade realizado no município quanto dos atendimentos de média e alta complexidade realizados pelo Hospital Regional”, disse a prefeita.
Está estimado que a Unidade Fluvial de Saúde da Família, somente em 2010, atenda 12.700 pessoas nos municípios de Santarém (7.500), Belterra (3.000) e Aveiro (2.200). A estrutura conta com consultórios médicos e de enfermagem, recepção, laboratório, sala de procedimentos, farmácia, sala de vacina, cabines para os profissionais de saúde, cozinha e banheiros.
Navio Abaré - Unidade de Saúde Fluvial
Três equipes de saúde da família farão revezamento durante os trabalhos no barco. Cada equipe é composta por um médico, um enfermeiro, dois técnicos de enfermagem, um biologista, um dentista, dois técnicos de saúde bucal e agentes comunitários de saúde.
Para o Projeto Saúde & Alegria, que luta pela saúde na região do Tapajós desde 1987, a parceria com o Ministério da Saúde pode servir de modelo para outros municípios do Brasil. “O que começou sendo semeado aqui na região do Tapajós, hoje pode gerar frutos para populações necessitadas de toda essa região, ou seja, 70% do território nacional”. Afirma Caetano Scannavino, do Projeto Saúde e Alegria.
“O Ministério da Saúde investirá R$ 40 mil por mês, na iniciativa. Essa é a primeira de uma série de ações que visam ampliar ainda mais a população coberta pela Estratégia Saúde da Família (ESF). O intuito é tornar a atenção primária acessível em todo o território nacional, superando qualquer obstáculo, inclusive os geográficos”, afirmou a diretora do Departamento de Atenção Básica (DAB) do Ministério da Saúde, Claunara Mendonça.
Hebert Moreschi - Diretor Geral do HRBA
Para o Diretor Geral do Hospital Regional, a Unidade Fluvial de Saúde irá promover grandes benefícios à população ribeirinha que reside em comunidades distantes dos centros urbanos. “A Estratégia Saúde da Família é um modelo de sucesso adotado pelo Ministério da Saúde e se tornou uma das bases da saúde pública brasileira. Nesse momento passa por um processo de aperfeiçoamento, pois está se adaptando às questões regionais. Em nossa região, em função de sua geografia, a movimentação por estradas é complexa, temos uma grande população residindo às margens dos rios e com grande dificuldade de acesso aos serviços. Então, o barco é a melhor forma levar assistência de saúde a essas comunidades” afirma Hebert.
 “Outro motivo de alegria é que a embarcação escolhida para esse projeto pioneiro é o Navio-Hospital Abaré, um velho e grande parceiro do Hospital Regional do Baixo Amazonas em diversos programas de saúde”, conclui o Diretor Geral do HRBA.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Gonzalo Vecina é cotado para Ministério da Saúde

A presidente eleita, Dilma Rousseff, estuda o nome do sanitarista Gonzalo Vecina Neto para comandar o Ministério da Saúde, segundo fontes do setor. Vecina é superintende corporativo do Hospital Sírio-Libanês e ex-secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo na gestão Marta Suplicy, entre 2003 e 2004.

Além disso, o sanitarista presidiu a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no governo de Fernando Henrique Cardoso e foi secretário nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde de agosto de 1998 a abril de 1999.

Na semana passada, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou o secretário da Saúde do Rio, Sérgio Cortês, para o cargo de ministro da Saúde. No entanto, Dilma não confirmou a nomeação.

Fonte: Saúde Business Web

Saúde destina R$ 833,6 milhões para o PAC II

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, apresentou nesta segunda-feira (06) a governadores e prefeitos a proposta de construção de 2.123 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de 139 Unidades de Pronto Atendimento 24 Horas (UPAs) em todo o país, em reunião sobre a 2ª etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II), em Brasília. O investimento de R$ 833,6 milhões nessas obras é previsto no decorrer de 2011 pelo Ministério da Saúde.


Serão R$ 565,2 milhões para as novas UBS mais R$ 268,4 milhões para as novas UPAs. Portarias do Ministério da Saúde publicadas na última quinta-feira (02) no Diário Oficial da União já divulgaram as propostas selecionadas e os respectivos municípios habilitados a receber os recursos nas 27 unidades da federação.

Unidades Básicas de  Saúde

"O investimento em UBS significa uma importante ampliação da Estratégia Saúde da Família - carro chefe da atenção básica no País. No total, 3.573 novas equipes de Saúde da Família serão contratadas. Todas as unidades da federação estão incluídas nesta proposta de criação de novas UBS", informou o Ministério da Saúde em comunicado.  

A iniciativa deve beneficiar mais de 14 milhões de brasileiros, que passarão a ser cobertos pela Estratégia Saúde da Família, totalizando 114 milhões de pessoas atendidas no país. A liberação dos recursos se dará fundo a fundo, do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos Municipais de Saúde.

Existem hoje 42 mil UBS e 31.565 equipes de Saúde da Família espalhadas pelo território nacional. Elas estão presentes em 99% dos municípios, cobrindo 50,1% da população, o que representa 99,4 milhões de habitantes.

As equipes de Saúde da Família são compostas por um médico, um enfermeiro, um técnico ou auxiliar de enfermagem e até 12 agentes comunitários de saúde. Cada UBS pode ter mais de uma equipe de Saúde da Família e cada equipe é capaz de atingir uma população de 4 mil habitantes.

Pronto Atendimento 24 horas

As 139 UPAs previstas pelo Ministério da Saúde estão distribuídas por 115 municípios brasileiros. São 55 UPAs de porte I, 45 UPAs de porte II e 39 UPAs de porte III para 23 estados e o Distrito Federal.

As de porte I têm até 8 leitos e capacidade para atender até 150 pacientes por dia. As de porte II têm até 12 leitos e capacidade para até 300 pacientes diariamente. Já as de porte III têm até 20 leitos e capacidade para até 450 pacientes por dia. O repasse previsto pelo ministério para a construção e compra de equipamentos é de R$ 1,4 milhão para cada UPA de porte I, de R$ 2 milhões para cada uma de porte II, e de R$ 2,6 milhões para cada uma de porte III.

Segundo o Ministério, o governo federal ainda se compromete com o repasse de recursos para a manutenção das atividades, após a inauguração do serviço. Os valores anuais de custeio variam de R$ 1,2 milhão a R$ 3 milhões ao ano por unidade, conforme o porte.

Desde 2009, o Ministério da Saúde já liberou R$ 889,8 milhões para a construção de 456 UPAs localizadas em 374 municípios. Desse total, 251 foram habilitadas em 2009 e outras 205 neste ano. O custeio anual dessas unidades, quando todas estiverem em funcionamento, corresponderá a R$ 924,3 milhões do Ministério da Saúde.

Até o começo do próximo ano, deverão ser 500 UPAs com recursos liberados para construção e compra de equipamentos, totalizando R$ 1,097 bilhão - sem contar as previstas no PAC II. Somando a iniciativas estaduais e municipais, já são 91 UPAs em funcionamento no país, incluídas as duas inauguradas neste último final de semana, de São Carlos e de São Bernardo do Campo (SP).

Fonte: Saúde Business Web

Hospital São Vicente - Pró-Saúde - é destaque na Revista Hospitais do Brasil



O Hospital de Caridade São Vicente de Paulo, administrado pela Pró-Saúde, é destaque na Revista Hospitais do Brasil, uma importante publicação bimestral distribuída gratuitamente a todas as instituições de saúde do país, entre elas, clínicas, santas casas, secretarias de saúde, universidades e demais estabelecimentos.

Para o Diretor Geral do São Vicente, Gabriel Giraldi, este reconhecimento é importante para o hospital, e mais ainda para o município. “O destaque positivo na mídia é reflexo de um trabalho intenso que estamos desenvolvendo para aprimorar continuamente os serviços desta instituição”, explica o diretor.

Para Gabriel, outro fator significante é o destaque que o São Vicente tem recebido no site da revista. “Temos observado que as notícias do hospital também são publicadas no Home Page, o que nos deixa ainda mais felizes”, ressalta Giraldi.

Brasil tem 14 capitais em risco de surto de dengue

Uma atualização dos resultados do Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) revela que, entre os 370 municípios que já realizaram o levantamento, 24 estão em risco de surto - incluindo duas capitais: Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO). As informações são da Agência Saúde, do Ministério da Saúde.


Estes municípios registraram a presença de larvas do mosquito em mais de 4% das residências pesquisadas. Os municípios em situação de alerta, com índice de infestação entre 1% e 3,9%, são 154, incluindo 14 capitais (veja tabela abaixo). Outras 192 cidades brasileiras estão em situação satisfatória, com focos de larvas em menos de 1% das residências.

Nesta segunda-feira (06), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um alerta aos governadores e prefeitos sobre a necessidade de os gestores levarem em conta os resultados do LIRAa e desenvolverem ações imediatas de combate ao mosquito e, assim, evitar o aumento do número de doentes e mortos. O alerta foi feito durante evento de anúncio das obras do PAC II, no Palácio do Planalto, a pedido do ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

Das 427 cidades que se propuseram a fazer o LIRAa, o ministério aguarda a consolidação dos dados em 127. Há três semanas, o Ministério da Saúde havia divulgado o primeiro resultado parcial do LIRAa 2010, quando 300 municípios haviam concluído o levantamento. Daquele total, 15 haviam apresentado risco de surto, 123 estavam em situação de alerta e 162 em situação satisfatória. No ano passado, 169 municípios fizeram o LIRAa.

A metodologia permite identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, além de revelar quais os principais tipos de criadouros por região. Os resultados reforçam a necessidade de intensificar imediatamente as ações de prevenção contra a dengue, em especial nos municípios em risco e em alerta.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, no mês de novembro, iniciou uma caravana de combate à dengue. Ele já esteve em Sergipe, Piauí, Ceará, Bahia e Pernambuco. Além de lançar a campanha nacional de combate à dengue, a caravana tem o objetivo de reunir os gestores de saúde dos 10 estados com maior risco de epidemias de dengue em 2011 (leia mais abaixo) e convocá-los a um esforço de mobilização contra a doença.

Este ano, a campanha publicitária de orientação à população aumentará o tom de alerta, com o testemunho de pessoas que tiveram dengue e lembrando as que morreram em decorrência da doença. "Embora o grau de conhecimento das pessoas sobre a doença e a prevenção seja alto, em torno de 96%, o brasileiro sabe que tem papel fundamental na eliminação dos focos do mosquito, o que ainda é um desafio no Brasil. Prova disso é o resultado do LIRAa deste ano", alerta Temporão. "Nessa lógica, ganham força duas mensagens fundamentais: que os governos e os cidadãos devem fazer, juntos, a sua parte e que a eliminação de criadouros deve ser algo rotineiro".

Veja abaixo o detalhamento dos resultados atualizados do LIRAa 2010.

24 MUNICÍPIOS EM RISCO DE SURTO  
  
Capitais

Entre as capitais, 14 estão em situação de alerta: Salvador, Palmas, Belém, Rio de Janeiro, Maceió, Recife, Natal, Goiânia, Cuiabá, Aracaju, Manaus, Boa Vista, Fortaleza e Vitória. Essas cidades (e todas as outras em situação de alerta) merecem total atenção, pois qualquer descontinuidade nas ações de controle pode alterar o quadro para situação de risco.

Outras dez capitais apresentam índice satisfatório - Macapá, São Luís, Teresina, João Pessoa, Brasília, Campo Grande, Porto Alegre, Florianópolis, Belo Horizonte e São Paulo. Curitiba ainda está consolidando os dados.

14 CAPITAIS EM SITUAÇÃO DE ALERTA

  
Por região

O Nordeste concentra o maior número de municípios em risco de surto. São 17 no total - dez em Pernambuco, quatro no Rio Grande do Norte e três na Bahia. Outros 42 municípios estão em situação de alerta e 20 com índice satisfatório - incluindo as capitais São Luís, Teresina e João Pessoa. Na região, seis municípios estão em fase de conclusão do levantamento.

O Norte tem quatro municípios em risco, entre os quais duas capitais - Rio Branco e Porto Velho. Mais 17 cidades da região estão em alerta e oito em situação satisfatória.

No Sudeste, região com o maior número de municípios participantes do LIRAa 2010, Caetanópolis, Governador Valadares e Santa Cruz de Minas (MG) estão em risco de surto. Em situação de alerta, há 76 cidades, entre as quais Rio de Janeiro e Vitória. Belo Horizonte e São Paulo têm índices satisfatórios, de um total de 124 cidades nesta situação. Em fase de conclusão do levantamento, estão outros 40 municípios.

Duas capitais do Centro Oeste - Brasília e Campo Grande - estão com índice satisfatório, de um total de 25 municípios nesta situação. Em alerta, estão Goiânia, Cuiabá e mais 11 cidades. Na região, nenhum município apresenta risco de surto. Hà três municípios ainda em fase de conclusão do levantamento.

Com nenhum município em risco de surto, a região Sul tem seis cidades em alerta e 15 em situação satisfatória (incluindo Porto Alegre e Florianópolis). Curitiba está em fase de consolidação das informações do LIRAa 2010.

Fonte: Agência Saúde

Aparelho portátil diagnostica e trata câncer de pele

Desenvolvido pela USP de São Carlos, um aparelho portátil está realizando as primeiras experiências para diagnosticar e tratar o câncer de pele. O método se contrapõe à cirurgia que é feita atualmente para remover o câncer, que implica a retirada do tecido doente. Segundo Agência USP, a tecnologia utiliza a fluorescência e padrões de luz para detectar alterações no epitélio de pacientes e realizar o tratamento contra a doença.

O tratamento contra o câncer detectado poderá ser realizado em apenas um dia, por meio do ácido aminolevulínico (ALA), segundo o autor da pesquisa que resultou no novo aparelho, o físico Mardoque da Costa. A substância é aplicada na parte de aparência doente como uma pomada e, em seguida, o aparelho emite uma luz ultravioleta na região para realizar o diagnóstico.

O tecido lesado é identificado pelos componentes químicos que se alteram após a aplicação do ácido e a emissão de luz ultravioleta. De acordo com o autor, o papel da luz vermelha emitida na região doente é oxidar e matar as células com câncer.

Agora, os objetivos principais são consolidar a técnica e promover a aceitação do equipamento. O físico acredita que, caso validado, deve ser distribuído por todo país até a metade de 2011 e abranger cerca de 8 mil pacientes.

Fonte: Saúde Business Web